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Trajano: O problema da zaga do Flamengo é que a gente não sabe a titular

Do UOL, em São Paulo

22/09/2021 11h58

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O Flamengo é o semifinalista da Libertadores com a defesa mais vazada em sua campanha, com 12 gols sofridos, contra oito de Palmeiras e Barcelona de Guayaquil enquanto o Atlético-MG só sofreu três gols, e a possível novidade no time rubro-negro para o jogo de hoje, às 21h30, no Maracanã, diante da equipe equatoriana é no setor defensivo, que teve a chegada de David Luiz como reforço.

No UOL News Esporte, José Trajano considera que a chegada de David Luiz, com Rodrigo Caio em boas condições físicas pode resolver os problemas defensivos do time comandado por Renato Gaúcho, apontando como dificuldade a alta rotatividade de jogadores no setor, que já teve Gustavo Henrique, Léo Pereira, Bruno Viana e Willian Arão atuando.

"O problema da defesa do Flamengo é que a gente nunca soube qual era a defesa ou qual é a defesa titular do Flamengo nesses últimos anos, porque o Rodrigo Caio fica muito mais no departamento médico do que jogando como titular, aí teve Léo Pereira, teve Gustavo Henrique, teve a improvisação do Willian Arão como zagueiro, a gente nunca soube realmente nesses últimos anos qual a zaga titular", diz Trajano.

"Agora, se a zaga for Rodrigo Caio em forma e o David Luiz, com experiência, o Flamengo acho que encontra enfim uma defesa titular que possa se orgulhar. Então estamos falando desses números aí porque, ao mesmo tempo em que o ataque e o meio de campo eram sensacionais, a defesa era muito complicada, então, agora acertando lá atrás, aí o Flamengo fica realmente muito bem", completa.

O jornalista reforça o favoritismo do clube rubro-negro no confronto com o Barcelona de Guayaquil para realizar uma final brasileira na Libertadores, mas cita a presença do técnico argentino Fabián Bustos no banco do time equatoriano como um fator de alerta.

"Estamos falando de um jogo que é favoritaço, que é praticamente impossível, mas você sabe que no futebol acontece de tudo, principalmente quando tem um argentino na boca do túnel adversário", conclui.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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