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Empate no fim traz tempo, mas não reduz pressão sobre Marcelo Cabo no Vasco

Jogadores do Náutico celebram gol contra o Vasco, em São Januário, pela Série B do Brasileiro - DHAVID NORMANDO/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Jogadores do Náutico celebram gol contra o Vasco, em São Januário, pela Série B do Brasileiro Imagem: DHAVID NORMANDO/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Colaboração para o UOL, em São Paulo

19/07/2021 04h00

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O empate por 1 a 1 contra o Náutico segurou o Marcelo Cabo no comando do Vasco, mas pouco aliviou a pressão que o técnico vive em São Januário. A ameaça segue aumentando: o primeiro terço da Série B será finalizado nesta quarta e, até o momento, a equipe sequer esteve no G4 do torneio.

O treinador não encontrou a fórmula para o Gigante da Colina embalar. No último domingo (18), sabia que um dos pontos fortes do Náutico era a bola aérea e, mesmo assim, não apostou em jogadores que poderiam ajudar mais pelo alto. Sofreu um gol de cabeça e, apesar de suas trocas terem melhorado o time na segunda etapa, contou mais com a sorte para não sair de casa sem pontos na 12ª rodada da Série B.

"Claro que tivemos muita dificuldade para sair da pressão. Sofremos apenas dois gols de bola parada na Série B em 12 jogos, contra o Cruzeiro e contra o Náutico, que talvez tenha o melhor batedor do Brasil. A gente treinou muito, vimos vídeos, mas a precisão do batedor quebra a linha de marcação. Ele colocou a bola entre dois jogadores que estavam na zona. Acho que foi muito mais mérito deles do que falha nossa. Pelo número de bolas paradas que tiveram, acredito que nos comportamos muito bem", disse em coletiva.

Outro ponto muito citado pelo treinador em sua entrevista após o jogo foi que o time melhorou no segundo tempo. Para ele, a atuação foi satisfatória após o intervalo e a busca da equipe será, agora, em conseguir atuar toda partida assim. No entanto, o Cruz-maltino pouco criou e frequentou mais o campo de ataque pelo recuo do Timbu, que tinha a vantagem no marcador.

"Dominamos o Náutico no segundo tempo. Estamos buscando por um jogo em que consigamos fazer isso durante os 90 minutos. É trabalhar, criar alternativas como hoje quando mudamos do 4-4-2 para o 4-3-3. Criamos boas chances, chegada no último terço e faltou capricho no acabamento. Isso vem com trabalho no dia a dia", comentou.

A próxima chance de colocar isso em prática será já nesta quarta-feira (21), Às 21h30. O time carioca viaja até Maceió para enfrentar o CSA no estádio Rei Pelé, pela 13ª rodada da Série B.

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