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Colômbia junta sonho e "pesadelo" do Palmeiras em ataque da Copa América

Miguel Borja reza antes de partida da Colômbia contra o Equador pela Copa América em Cuiabá - Miguel Schincariol/Getty Images
Miguel Borja reza antes de partida da Colômbia contra o Equador pela Copa América em Cuiabá Imagem: Miguel Schincariol/Getty Images

Eder Traskini

Do UOL, em Goiânia

17/06/2021 04h00

Classificação e Jogos

O técnico Reinaldo Rueda surpreendeu a muitos ao escalar a equipe que venceu o Equador por 1 a 0 no último domingo (13), sobretudo ao testar pela primeira vez uma variação de ataque com por Borja e Borré. Uma dupla que vive em cantos opostos do imaginário de uma torcida brasileira: a do Palmeiras.

O atacante Borré, do River Plate, foi sonho alviverde no início desta temporada, um dos primeiros nomes procurados pelo clube do técnico Abel Ferreira. A novela se estendeu até o Palmeiras desistir do acerto com o centroavante que está em fim de contrato no River.

Além do Verdão, o Grêmio também entrou forte na disputa e chegou a encaminhar a contratação do colombiano, mas viu o acordo melar logo depois. O São Paulo também sondou o jogador.

Do outro lado do ataque da Colômbia na estreia estava Borja, que também ocupa lugar oposto na mente palmeirense: se Borré era sonho, Borja foi pesadelo. Contratado a peso de ouro junto ao Atlético Nacional, o centroavante nunca engrenou no Verdão e está há duas temporadas emprestado para o Junior Barranquilla (COL).

Ao longo do período, Borja atuou 59 vezes no campeonato colombiano e anotou 35 gols, um a menos do que em três anos no Palmeiras com mais de 110 jogos.

Com contrato até o fim de 2022, Borja, a princípio, retorna ao Palmeiras após a Copa América, mas sua permanência no elenco é improvável. O Verdão vê com bons olhos a ideia de negociar o jogador em definitivo.

FICHA TÉCNICA

COLÔMBIA x VENEZUELA

Competição: Copa América
Data: 17/06/2021 (quinta-feira)
Horário: 18h (de Brasília)
Local: estádio Olímpico, em Goiânia
Árbitro: Eber Aquino (PAR)
VAR: Derlis Lopez (PAR)

Colômbia: Ospina; Cuadrado (Muñoz), Mina (Medina), Davinson Sánchez e Tesillo; Barrios, Uribe, Cuellár (Cuadrado) e Cardona (Luis Díaz); Zapata (Borja) e Muriel (Borré). Técnico: Reinaldo Rueda.

Venezuela: Graterol; González, La Mantia, Martínez e Del Pino; Cumaná, José Martinez, Júnior Moreno, Manzano e Cásseres; Aristeguieta. Técnico: José Peseiro.

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