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Argentina volta a Brasília com dois remanescentes de desastre olímpico

Lo Celso é um dos jogadores que esteve naquela partida em Brasília - Sergio Moraes/Reuters
Lo Celso é um dos jogadores que esteve naquela partida em Brasília Imagem: Sergio Moraes/Reuters

Marinho Saldanha

Do UOL, em Brasília (DF)

17/06/2021 04h00

Classificação e Jogos

Em 10 de agosto de 2016, a seleção argentina disputou sua última partida no estádio Mané Garrincha, em Brasília. E não traz boas recordações dela. O empate em 1 a 1 com Honduras, conquistado no fim do jogo, não foi suficiente para evitar a eliminação na primeira fase dos Jogos Olímpicos daquele ano, realizados no Rio de Janeiro. Cinco anos depois, só dois representantes daquela equipe estão no grupo que volta à capital federal para jogar amanhã (18).

A Argentina disputa sua segunda partida na Copa América às 21h (de Brasília), contra o Uruguai. Na estreia, empatou em 1 a 1 com o Chile, ocupando o segundo lugar no grupo A. Os uruguaios ainda não estrearam.

Daquele grupo — cuja idade era limitada, como ocorre sempre nos Jogos Olímpicos —, apenas dois chegaram à seleção principal e repetem oportunidade no estádio: o meio-campista Giovani Lo Celso e o meia-atacante Ángel Corrêa.

Duas vezes campeã do torneio olímpico, a Argentina foi eliminada na primeira fase da Olimpíada 2016 numa campanha desastrosa. Logo na estreia, derrota por 2 a 0 para Portugal. Em seguida, vitória magra contra Argélia que levou a decisão para Brasília. Era só vencer Honduras, mas a equipe perdia até os acréscimos, quando Mauricio Martínez marcou de falta. O empate não foi suficiente. Como Honduras tinha perdido para Portugal por um gol a menos, passou em segundo.

O resto da história daquela competição é vivo na mente dos brasileiros. Honduras até eliminou a Coreia do Sul nas quartas de final, mas levou 6 a 0 da seleção na semi. E a medalha de ouro, pela primeira vez na história, foi conquistada nos pênaltis, contra Alemanha.

Remanescentes em alta

Giovani Lo Celso já carregava, naquela oportunidade, o rótulo de grande promessa. Depois do Rosario Central, o meio-campista defendeu o PSG, da França, o Bétis, da Espanha, e hoje atua no Tottenham, da Inglaterra. Na última temporada marcou cinco gols em 28 jogos. Pela seleção, foi titular na estreia pela Copa América.

Ángel Correa já era do Atlético de Madri naqueles Jogos Olímpicos. E seguiu no clube, cada vez mais relevante. Na última temporada, sua sexta por lá, foram 48 jogos e nove gols marcados. Ele não participou do jogo contra o Chile, permanecendo no banco de reservas do técnico Lionel Scaloni.

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