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Santos usa vitrine para convencer agentes e segue prospectando reforços

Andres Rueda, presidente do Santos, na Vila Belmiro - PEDRO ERNESTO GUERRA AZEVEDO
Andres Rueda, presidente do Santos, na Vila Belmiro Imagem: PEDRO ERNESTO GUERRA AZEVEDO

Gabriela Brino

Colaboração para UOL, em Santos

16/06/2021 04h00

A diretoria do Santos tem apostado na vitrine do clube para aproximar os empresários no mercado. Com a ideia de economizar o máximo possível em sua busca por reforços, o Peixe usa da visibilidade que a equipe oferece para atrair os agentes e seus jogadores.

Assim foi com o zagueiro Danilo Boza, lateral-esquerdo Moraes e volante Marcos Guilherme. O trio foi negociado com o Peixe por empréstimo e sem grandes custos à direção santista. Em contrapartida, o meia-atacante Vinicius Zanocelo tem uma taxa de vitrine, ou seja, caso atue bem pelo Alvinegro praiano e seja vendido, o Santos receberá uma porcentagem futuramente.

Já o veterano Camacho chegou à Baixada Santista como oportunidade de mercado. O ex-Corinthians viu com bons olhos a oportunidade de atuar pelo Santos e facilitou o processo para o clube. Segundo apurou o UOL Esporte, ele aceitou o mesmo salário que recebia no time da capital e não houve comissão aos empresários.

Até o momento foram cinco jogadores contratados para o técnico Fernando Diniz. Camacho, porém, não será o último. O presidente Andres Rueda, junto do departamento de futebol, ainda estuda alguns nomes. No momento, aliás, prioriza um centroavante.

Kaio Jorge, titular absoluto do Santos no momento, tem sua saída praticamente encaminhada na próxima janela. Em situação financeira delicada, o Alvinegro praiano não conseguiu bancar a renovação da joia santista e o liberará à Europa. O empresário do atacante viajou em busca de propostas ao Menino da Vila e retorna no final deste mês.

Ainda pensando em economia, um caso caso que aliviaria os cofres do Peixe seria a rescisão de Cleber Reis. A direção insiste em encerrar o vínculo do zagueiro de forma amigável, mas o jogador não facilita a definição. No momento, o que emperra esse acordo é a quantidade de parcelas que o Santos propõe pela rescisão.

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