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Donos descartam vender o United após polêmicas e protestos pela Superliga

Torcedores do Manchester United invadem gramado do Estádio Old Trafford - Oli Scarff/AFP
Torcedores do Manchester United invadem gramado do Estádio Old Trafford Imagem: Oli Scarff/AFP

Colaboração para o UOL, em São Paulo

04/05/2021 16h15

A família Glazer, proprietária do Manchester United, descartou a possibilidade de liquidar seu pacote acionário no clube inglês, apesar dos protestos ocorridos em Old Trafford no último final de semana.

No último domingo, 02, ocorreu, talvez, o protesto mais feroz, torcedores do United invadiram Old Trafford para ações contra os Glazer . As pessoas querem recuperar um clube que arrasta uma dívida milionária devido à má gestão e repudiam a adesão do clube à Supeliga.

A história da família com os Red Devils foi um fracasso desde seu início em 2005. Dezesseis anos se passaram desde que os Glazer assumiram 98% do clube em troca de 908 milhões de euros (cerca de R$ 3,1 bilhões, na época).

Foi uma compra financiada pelo banco americano JP Morgan, que emprestou boa parte do capital da operação. Um crédito que mais tarde foi cobrado dos próprios cofres do United e não de seus donos.

Um ponto importante, é que a equipe inglesa não ganha a Premier League há oito anos e já se passou uma década desde sua última semifinal na Liga dos Campeões.

Apesar disso, o clube não está à venda. Não há intenção por parte de seus proprietários de liquidar sua participação, mesmo que o escândalo da Superliga os deixe em um lugar ruim. Seus planos não chegam a se desfazer do pacote acionário.

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