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ANÁLISE

Texto baseado no relato de acontecimentos, mas contextualizado a partir do conhecimento do jornalista sobre o tema; pode incluir interpretações do jornalista sobre os fatos.

Trajano: "Abel é muito metidão e precisa baixar um pouco a bola"

Do UOL, em São Paulo

11/04/2021 16h43

Classificação e Jogos

Rogério Ceni e Abel Ferreira têm papel fundamental nos seguidos títulos conquistados recentemente por Flamengo e Palmeiras. Embora colecionem taças, os treinadores não são unanimidade e têm algumas decisões questionadas. A final da Supercopa do Brasil, vencida pelo time carioca nos pênaltis, trouxe à tona alguns destes problemas.

No Fim de Papo, live pós-rodada do UOL Esporte - com os jornalistas Isabela Labate, Renato Maurício Prado, José Trajano e Danilo Lavieri - o trabalho dos dois treinadores foi analisado. Tanto Rogério como Abel receberam críticas.

"O Abel é muito metidão e está exagerando um pouco à beira do campo, se achando o máximo, maior do que o espetáculo. Ele precisa baixar um pouco a bola. É um bom técnico, jovem. Mas está entrando para a escola do Cuca e do Felipão, que são chatos à beira do campo", disse Trajano ao falar sobre o treinador do Palmeiras.

Vale ressaltar que Abel Ferreira foi expulso pelo árbitro Leandro Vuaden devido às seguidas reclamações durante a partida.

Renato também fez ressalvas ao técnico do Palmeiras. "Abel escalou mal o time. Insistir com Felipe Melo e Zé Raphael tendo uma garotada... Terrível. Corrigiu no segundo tempo quando tirou o Felipe Melo e o Palmeiras cresceu", disse, citando a mudança feita no intervalo com a entrada de Danilo.

Para Lavieri, Rogério Ceni também cometeu falhas durante a partida. "O Ceni bobeou. Ele tinha que ter tirado o Everton Ribeiro, que foi nulo. Foi numa perda de bola dele que nasceu um gol do Palmeiras. Errou ao tirar Diego e não o Gerson, que fez uma das piores partidas pelo Flamengo. Não foi efetivo, passeou em campo e o Diego estava bem", analisou.

Renato concorda e acha que o técnico do Flamengo tem se equivocado nas substituições, não apenas nessa partida contra o Palmeiras como ao longo do seu trabalho na Gávea. "Eu me pergunto que jogo o Ceni vê da beira do campo. Ele sempre mexe errado. Ele e o Abe Ferreira ainda precisam melhorar", concluiu.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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