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Vasco faz acordos e paga salários para jogadores e funcionários

Presidente do Vasco, Jorge Salgado pagou entre quatro a cinco folhas desde que assumiu, em 25 de janeiro - Rafael Ribeiro / Vasco
Presidente do Vasco, Jorge Salgado pagou entre quatro a cinco folhas desde que assumiu, em 25 de janeiro Imagem: Rafael Ribeiro / Vasco

Bruno Braz

Do UOL, no Rio de Janeiro

06/04/2021 18h22Atualizada em 06/04/2021 21h20

Na véspera do decisivo duelo contra o Tombense, pela segunda fase da Copa do Brasil, o Vasco efetuou o pagamento de salários e firmou acordos com jogadores.

Até então, o clube devia dezembro, 13º, janeiro e fevereiro aos atletas e duas folhas aos funcionários. Agora, uma parte do elenco recebeu dezembro, 13º e janeiro, e outra parte fevereiro e março. Quem recebeu fevereiro e março, fez um acordo pelos três vencimentos anteriores. Já os funcionários receberam um mês. A informação inicial foi dada pelo "ge" e confirmada pelo UOL Esporte.

Os seis jogadores que foram contratados nesta temporada —casos de Marquinhos Gabriel, Zeca, Ernando, Morato, Léo Jabá e Vanderlei— estão com seus salários em dia.

Os acordos com o goleiro Fernando Miguel —emprestado ao Atlético-GO— e com Yago Pikachu —que rescindiu e foi para o Fortaleza— foram cumpridos em sua primeira parcela.

Na Carteira de Trabalho, março venceu ontem (5), mas há um acordo interno no clube que considera atraso somente após o dia 20. Vale lembrar, porém, que o presidente do Vasco, Jorge Salgado, afirmou pouco após a sua posse que pretende, com o tempo, encerrar tal pacto e pagar todo dia 5.

Desde que assumiu, em 25 de janeiro, o mandatário pagou entre quatro a cinco folhas, dependendo do grupo de atletas.

Jogadores afastados não receberam

Quem, até aqui, ficou fora da lista de beneficiários dos pagamentos do Vasco foram os cinco jogadores que estão treinando em horários alternativos e estão fora dos planos da diretoria. No caso, o zagueiro Werley, os laterais Henrique e Neto Borges, o volante Marcos Júnior e o meia Lucas Santos.

O UOL Esporte buscou uma justificativa junto ao Cruzmaltino, mas o clube preferiu não comentar sobre o assunto. A situação gerou incômodo nestes jogadores, que por do número de atrasos, podem buscar uma rescisão via Justiça do Trabalho.

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