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Ex-dirigente do Cruzeiro tem carro danificado após ataque em Belo Horizonte

Sergio Nonato dos Reis ocupou o cargo de diretor geral do Cruzeiro na gestão Wagner Pires de Sá - Vinnicius Silva/Cruzeiro
Sergio Nonato dos Reis ocupou o cargo de diretor geral do Cruzeiro na gestão Wagner Pires de Sá Imagem: Vinnicius Silva/Cruzeiro

Guilherme Piu

Do UOL, em Belo Horizonte

19/01/2021 12h56

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O ex-diretor geral do Cruzeiro, Sérgio Nonato, conhecido como "Serginho da Alterosa", teve o seu carro danificado após um ataque de vandalismo no meio da rua, na manhã de hoje (19), em Belo Horizonte. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar de Minas Gerais, que informou com detalhes preliminares ao UOL Esporte, que o fato aconteceu na rua Formiga, no bairro Lagoinha, na região Noroeste da capital mineira.

Segundo informações recebidas pela reportagem, Sérgio Nonato transitava pela rua quando teve o carro, do modelo Jeep Renegade, atacado por algumas pessoas, que jogaram pedras e deram socos no para-brisa do veículo. O ex-dirigente conseguiu fugir do local, quando depois procurou um posto policial para registrar queixa do ocorrido.

Não é a primeira vez que Sérgio Nonato é alvo de ataques na rua. Em janeiro do ano passado, o ex-dirigente foi hostilizado em um bar, agredido, e por isso registrou à época boletim de ocorrência. Em maio de 2020, durante eleição presidencial no Cruzeiro, Nonato também foi alvo de xingamentos de torcedores e precisou deixar o Parque Esportivo do Barro Preto, uma das sedes sociais do clube, sob escolta policial.

O UOL tentou contato com Sérgio Nonato, mas ele não respondeu às mensagens enviadas por aplicativo de bate-papo e nem atendeu os chamados telefônicos.

Processo na Justiça

O ex-diretor geral da Raposa é acusado por crimes e responde a processo na Justiça, que aceitou denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O ex-dirigente, ao lado do ex-presidente Wagner Pires de Sá e do ex-vice-presidente de futebol Itair Machado, responde por até quatro crimes: lavagem de dinheiro, apropriação indébita, falsidade ideológica e organização criminosa.

Segundo o MPMG, o rombo causado pela última gestão nos cofres do clube entre 2018 e 2019 está estimado em R$ 6,5 milhões.

Fora isso, práticas de gestão temerária dos últimos dirigentes aumentaram consideravelmente a dívida do clube, que ultrapassa R$ 1 bilhão.

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