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Maradona: autópsia não indica drogas ilegais ou álcool na hora da morte

Exames detectaram no corpo do argentino substâncias presentes em remédios para depressão, alcoolismo e transtorno bipolar. - Marcos Brindicci/Getty Images
Exames detectaram no corpo do argentino substâncias presentes em remédios para depressão, alcoolismo e transtorno bipolar. Imagem: Marcos Brindicci/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

23/12/2020 07h52

A autópsia de Diego Maradona, que morreu há quase um mês aos 60 anos, não indicou presença de drogas ilegais ou de álcool no corpo do argentino.

De acordo com o jornal Olé, a perícia determinou que o ex-jogador morreu em consequência de um "edema pulmonar agudo secundário a insuficiência cardíaca crônica exacerbada", além de ser constatada uma "cardiomiopatia dilatada" no coração da vítima.

Os exames também detectaram no corpo de Maradona a presença de substâncias presentes em remédios para depressão, alcoolismo e transtorno bipolar. São eles: venlafaxina, quetiapina, levetiracetam e naltrexona.

Nenhum medicamento, no entanto, teria sido utilizado para combater o problema cardíaco nos últimos dias de sua vida.

A partir de agora, os promotores do caso devem convocar uma equipe médica para concluir se a morte de Maradona poderia ter sido evitada.

Na noite de ontem, Giannina Maradona, filha do ex-jogador e ex-mulher do atacante Kun Aguero, usou o Twitter para desabafar sobre o resultado.

"Todos os filhos da p... esperando que a autópsia do meu pai teria drogas, maconha e álcool. Não sou médico e ele parecia muito inchado. A voz robótica. Não era sua voz. Estava acontecendo e eu era a louca insana", publicou.

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