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Tenius vê briga política longe do elenco do Bota e diz que segue no comando

Do UOL, no Rio de Janeiro

31/10/2020 20h17

Técnico interino do Botafogo, Flávio Tenius elogiou a performance do time no empate por 2 a 2 contra o Ceará. Por outro lado, ele garantiu que o clima político que cerca o clube não chega aos jogadores.

Na saída de campo do Nilton Santos, Victor Luís disse que fatos como a invasão à sede interferem, mas essa opinião não foi compartilhada pelo treinador de goleiros do Alvinegro.

"Os jogadores e os profissionais estavam envolvidos na partida. Não tivemos acesso aos fatos, mas não é uma situação agradável. A gente quer todos convivendo da melhor maneira possível, mas o momento político estimula essas situações. A gente deixa isso de lado, os jogadores procuram que esse assunto não atrapalhe", disse.

Tenius disse que já foi informado de que seguirá no comando da equipe para o jogo de quarta contra o Cuiabá. Após perder por 1 a 0 na ida, o Alvinegro terá de reverter a desvantagem na terça.

Com ou sem um novo treinador, fui informado que continuarei à frente da equipe. O que a gente precisa é fazer gols e não tomar. Temos de melhorar. Os jogadores têm a consciência que a gente tem de fazer nosso dever e trabalhar.

Sobre o lance que resultou no pênalti perdido por Victor, Tenius afirmou que ele e Honda são os batedores. O japonês já havia convertido a sua cobrança e, segundo o lateral, passou a bola para que ele cobrasse. O técnico, no entanto, disse que o pedido partiu do camisa 6, mas esfriou a polêmica:

"Honda e Victor são batedores, eles têm total liberdade. Victor pediu para bater, Honda deixou. Eles têm liberdade para fazer a escolha entre eles".

Final do Bota:

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