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Durcesio alega mortos em lista e contesta chapa de Walmer em pleito do Bota

Sócios do Botafogo aprovaram clube-empresa em assembleia na sede de General Severiano - Fernando Soutello/AGIF
Sócios do Botafogo aprovaram clube-empresa em assembleia na sede de General Severiano Imagem: Fernando Soutello/AGIF

Alexandre Araújo e Caio Blois

Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ)

29/10/2020 15h54Atualizada em 29/10/2020 16h25

A "Botafogo de todos", chapa encabeçada por Durcesio Mello protocolou, hoje (29), um pedido de impugnação da "O mais tradicional - chapa verde" liderada por Walmer Machado. A movimentação se dá com a alegação de que o grupo inscreveu seis pessoas já falecidas no quadro.

A eleição presidencial do Alvinegro acontecerá no dia 24 de novembro e, até aqui, conta com três candidatos: Alessandro Leite, Durcesio Mello e Walmer Machado.

"Ignorar uma candidatura que se apresenta com 6 falecidos seria ignorar o nosso papel como sócios-proprietários e deixar que o mundo do esporte acredite que tais práticas são aceitas no Botafogo. O Botafogo do futuro tem que começar a ser construído no presente", disse Durcesio, em uma postagem em rede social.

Chapa de Durcésio pede impugnação de chapa de Walmer para eleição do Botafogo - Reprodução - Reprodução
Imagem: Reprodução

No documento apresentado, aponta-se que, dos 140 nomes da chapa, constavam "Barnabé Santos Souza, falecido em 18/1/2014, Braz Francisco da Silva, falecido em 7/6/2014, Cyrene Teixeira Gomes Campos, falecida 22/5/2009, Orlando Pessoa, falecido em 30/11/2004, Rodrigo de Jesus Andrade, falecido em 26/10/2019, e Wilson Santos de Oliveira Rose, falecido em 9/6/2016".

Há a lembrança ainda que, sem esses nomes, a chapa não teria alcançado, dentro do prazo estipulado, as inscrições necessárias. Além de ressaltar que a apresentação de documentos com a assinaturas de tais pessoas é fraude.

Ainda de acordo com o documento, houve também a inscrição de duas pessoas que não são sócias do Botafogo e sete sócios com tempo insuficiente de associação para participar da chapa, que são três anos, e 31 inadimplentes.

O grupo liderado por Durcesio aponta que o estatuto do Alvinegro não permite a correção da lista diante do que foi apresentado, avaliando que "houve tentativa de encobrimento de fraude", no caso dos inscritos já falecidos, e de "perpetração de substituições impossíveis", no que diz respeito aos presentes à chapa que não obedeciam o escopo indicado para participar do pleito.

A chapa "O mais tradicional" apresentará a defesa internamente aos poderes do Glorioso.

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