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Chance de veto: Entenda por que Robinho ainda não pode jogar pelo Santos

Robinho sorri em treino no Santos - Ivan Storti/Santos FC
Robinho sorri em treino no Santos Imagem: Ivan Storti/Santos FC

Eder Traskini

Colaboração para o UOL, em Santos

16/10/2020 15h34

O atacante Robinho ainda depende da aprovação do Conselho Deliberativo (CD) para ficar efetivamente à disposição do técnico Cuca para estrear pelo Santos. E órgão tem autonomia para vetar o reforço.

Os conselheiros irão se reunir de forma virtual nesta quarta-feira (21) para votar a contratação do camisa 7. Se o plenário do CD reprovar os termos do acerto, a contratação será anulada.

"A decisão do plenário do Conselho Deliberativo é soberana", explicou Marcelo Teixeira em breve contato com a reportagem do UOL Esporte.

Isso acontece por conta do Estatuto Social do Santos. O documento prevê que qualquer contratação ou venda de jogadores durante os últimos três meses de mandato tem que ser, obrigatoriamente, aprovado pelo Conselho Fiscal e pelo Conselho Deliberativo. O órgão fiscal já aprovou o contrato do camisa 7.

Até ontem, antes do vazamento do processo que corre contra o jogador na Itália, a aprovação no plenário do CD era certa. No entanto, diante da repercussão, os conselheiros santistas podem mudar de ideia, mas ainda não há nenhuma corrente formada pela reprovação do acerto.

Robinho tem uma condenação a nove anos de prisão por um tribunal de Milão (ITA) por "violência sexual em grupo". A decisão é em primeira instância e cabe recurso até, pelo menos, a terceira instância. O jogador recorre da sentença e está legalmente livre para jogar.

Após a contratação, o Santos perdeu um de seus patrocinadores, a Orthopride, que anunciava dentro do número da camisa. Além da marca, a Kicaldo, a Phico e a Tekbond condicionaram a continuidade de seus vínculos com o Peixe ao rompimento do contrato de Robinho. Kodilar e Foxlux pediram informações ao clube e analisam como proceder.

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