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Bastidores: Melhora do Santos em bolas aéreas teve reunião e troca de Cuca

Luan Peres, zagueiro do Santos, disputa bola contra o RB Bragantino na estreia do Brasileirão - Fernanda Luz/AGIF
Luan Peres, zagueiro do Santos, disputa bola contra o RB Bragantino na estreia do Brasileirão Imagem: Fernanda Luz/AGIF

Eder Traskini

Colaboração para o UOL, em Santos

22/09/2020 15h00

O Santos melhorou drasticamente seu desempenho em bolas aéreas defensivas desde a chegada do técnico Cuca. No entanto, não foi só a alteração do esquema de marcação feita pelo técnico que resultou nisso, mas também uma conversa entre os jogadores do Peixe.

O lateral-direito Madson revelou ao UOL Esporte que o principal fator para tamanha melhora foi a mudança de atitude dos atletas santistas, incomodados em sofrer tantos gols de bola aérea.

"Jesualdo fazia uma marcação em zona, parado. Isso dificultava porque o jogador vinha de trás embalado e atropelava a gente. O Cuca fez uma zona mista, alguns em zona e outros individual. Isso facilita porque quando o jogador vem pra bola, ele chega desequilibrado e ajuda quem está parado em zona. E também a atitude. Estávamos levando muito gol de bola parada, todo escanteio e falta era perigo, estava estranho. Conversamos e mudamos a atitude, isso foi o principal fator", disse Madson em entrevista exclusiva à reportagem.

Foram nove gols sofridos de bola aérea em 15 jogos sob comando de Jesualdo Ferreira. Desde a chegada de Cuca, foram 12 partidas e somente três gols sofridos dessa forma, sendo que dois deles se deram no rebote, após a zaga tirar parcialmente.

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