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Asprilla relembra pênalti perdido na final de 2000: 'não queria bater'

O atacante colombiano Faustino Asprilla durante participação no "Resenha ESPN"  - Divulgação/ESPN
O atacante colombiano Faustino Asprilla durante participação no 'Resenha ESPN' Imagem: Divulgação/ESPN

Do UOL, em São Paulo

14/08/2020 14h17Atualizada em 14/08/2020 15h58

Vinte anos depois da derrota do Palmeiras para o Boca Juniors na final da Libertadores de 2000, o atacante colombiano Faustino Asprilla revelou que não queria bater pênalti na decisão. O ex-jogador participou do programa "Resenha ESPN", que vai ao ar na noite de hoje, às 22h.

No papo com o apresentador André Plihal e os ex-jogadores Alex, Djalminha e Luizão, ele relembrou os tempos de Palmeiras sob o comando de Luiz Felipe Scolari e revelou que não gostava de bater pênaltis.

"Eu entro em um jogo que o Palmeiras ganha, vamos para os pênaltis. Eu estava lá tranquilo, eu não devia bater nenhum pênalti. Aí não sei o que acontece que o Felipão pediu para eu bater. E eu consigo fazer o gol nesse dia. Depois, acontece a mesma coisa na final contra o Boca Juniors, termina o jogo e eu já tiro a chuteira. Eu não queria bater contra o Boca Juniors", contou.

Naquela decisão, após empates por 2 a 2 na Argentina e 0 a 0 no Morumbi, o Palmeiras de Asprilla foi derrotado nos pênaltis por 4 a 2. Nas cobranças, Asprilla e Roque Júnior não marcaram o gol. Entre os batedores, também estava Alex, que converteu sua cobrança.

O ex-atacante contou o principal motivo para não querer participar das cobranças naquela final. "Eu não queria bater esse pênalti porque eu sabia que o Córdoba estava na seleção da Colômbia havia 13 anos. Eu não queria bater contra ele. Infelizmente esse foi o momento mais difícil da minha carreira esportiva", relembrou.

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