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Patrick de Paula celebra pênalti decisivo e diz: 'Sempre o último a bater'

Jovem Patrick de Paula comemora o gol decisivo do Palmeiras na decisão contra o Corinthians - WILIAN OLIVEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Jovem Patrick de Paula comemora o gol decisivo do Palmeiras na decisão contra o Corinthians Imagem: WILIAN OLIVEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Colaboração para o UOL, em São Paulo

10/08/2020 16h10

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Autor do pênalti que garantiu o título do Campeonato Paulista ao Palmeiras, Patrick de Paula está acostumado a ser o último batedor do time. Aos 20 anos, o camisa 5 afirmou que é o quinto cobrador do time desde as categorias de base.

Em relação ao estilo da batida, Patrick contou que a cobrança na final contra o Corinthians é semelhante a de seus treinamentos: "forte e no canto". Após empate em 1 a 1, o Palmeiras venceu o rival nos pênaltis por 4 a 3.

"Eu sempre treinei pênalti deste jeito: forte e no canto. Estou muito feliz de ter feito o gol. Se eu bato fraco, o Cássio pegava, por causa do tamanho e da explosão dele. Eu pedi para bater o quinto pênalti porque, na base, eu sempre era o último a bater. Fui muito feliz em poder ajudar o meu grupo", contou o camisa 5 do Palmeiras em entrevista ao Seleção SporTV.

"Desde a época da base, sempre treinei pênalti naquele canto. Me preparei bastante para, caso houvesse pênalti, eu estivesse bem preparado para fazer o gol. E estar fazendo um gol no Cássio, que é um grande goleiro, de seleção... Estou muito feliz por ter feito o gol e ajudado o Palmeiras no título", completou.

Já sobre a risadinha antes da cobrança decisiva, Patrick atribuiu à confiança. "Eu estava muito confiante. Fui bem confiante para a bola, sabendo o que iria fazer. Fui bem concentrado. Por isso a risada. Não foi nada na brincadeira, fui bem concentrado."

O jovem ainda destacou o bom relacionamento dos atletas vindos das categorias de base com o restante do elenco. Promovido ao profissional no início da temporada, Patrick de Paula assumiu a titularidade do Palmeiras após a paralisação por devido à pandemia de coronavírus.

"O grupo acolheu a gente (base) muito bem. Ajudam bastante a gente, conversam até hoje, e sempre querendo botar a gente para cima, para ajudar o grupo", afirmou.

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