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Presidente vê valorização de R$ 377 milhões do Atlético-MG em sua gestão

Sérgio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG, aponta valorização do elenco durante sua administração - Bruno Cantini/Atlético-MG
Sérgio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG, aponta valorização do elenco durante sua administração Imagem: Bruno Cantini/Atlético-MG

Thiago Fernandes

Do UOL, em Belo Horizonte

05/08/2020 04h00

Sérgio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG, fez uma defesa de sua gestão durante a reunião do Conselho Deliberativo, ocorrida na última sexta-feira (31), para aprovação das contas de 2019. O dirigente apontou uma evolução do valor do elenco no decorrer de seu trabalho à frente do clube. Ele diz que um estudo feito por Alexandre Mattos, diretor de futebol, e pelo advogado Lucas Ottoni aponta o grupo avaliado em R$ 567 milhões.

O mandatário explica que, de acordo com a avaliação da dupla, o elenco atleticano era avaliado em R$ 190 milhões quando ele assumiu o cargo, em janeiro de 2018. A mudança, conforme o dirigente, representa um aumento de R$ 377 milhões.

"O valor do elenco do Atlético era de R$ 190 milhões em dezembro de 2017. Hoje, o nosso elenco vale R$ 567 milhões, de acordo com um estudo feito pelo Alexandre Mattos e o Lucas Ottoni. Pode variar um pouco, mas não foge disso. Erramos em alguns investimentos? Erramos, futebol é assim, um negócio muito tênue", afirmou o dirigente.

De acordo com o Transfermarkt, site especializado em transferências, o valor de mercado do atual elenco atleticano é de 50,98 milhões de euros (R$ 318,2 milhões). O mesmo site aponta que o valor do elenco de 2017 era de 71,98 milhões de euros (R$ 285,5 milhões à época). O euro, na ocasião, era cotado a R$ 3,9672.

Sette Câmara comentou também sobre a perda de receita por causa da eliminação para o Colón na semifinal da Copa Sul-Americana 2019. Ele se lembra do pênalti cometido por Elias no segundo tempo do jogo em Belo Horizonte, o que atrapalhou a equipe a conseguir a classificação para a decisão do torneio.

"Perdemos receita porque o Elias fez um pênalti aos 37 minutos do segundo tempo contra o Colón. Então, dizer má gestão? Se tivesse passado para a final da Sul-Americana e ganho, era uma boa gestão? Quando a gente está ali pela Ernst & Young em quinto, a gente poderia estar em segundo. Esse prejuízo, que teria sido de R$ 55 milhões, tem que levar em consideração esse aumento patrimonial que vale quase R$ 600 milhões, sem falar também nos investimentos na base", concluiu.

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