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Diego Souza vê elenco montado há tempos como vantagem do Grêmio na pandemia

Lucas Uebel/Grêmio FBPA
Imagem: Lucas Uebel/Grêmio FBPA

Jeremias Wernek

Do UOL, em Porto Alegre

27/07/2020 18h53

A falta de ritmo de jogo tem afetado o rendimento do Grêmio, assim como de todos os times brasileiros na retomada do futebol em meio à pandemia. Mas segundo Diego Souza, o fato de o elenco comandado por Renato Gaúcho ter uma base mantida há tempos facilita. A missão atual é simplificar as jogadas e usar justamente o conhecimento dos colegas para melhorar.

O Grêmio venceu o Internacional e empatou com o Ypiranga-RS, desde que o Campeonato Gaúcho foi reiniciado. Na quarta-feira, o time visita o Novo Hamburgo.

"É sempre muito difícil realmente, quando se fica um mês de férias a volta tem sempre uma dificuldadezinha ou outra. A gente sofre um pouco menos aqui pelo grupo se conhecer, é um grupo formado há tempos e que se conhece. Isso facilita um pouco. Mas ficar quatro meses sem jogo é difícil… É difícil ter ritmo na partida", disse Diego Souza.

Questionado sobre exemplos práticos da falta de ritmo, o artilheiro do Grêmio foi direto.

"Não pode acelerar muito, não pode deixar de acelerar. Tem que ter esse equilíbrio técnico e físico. Às vezes você pensa que está bem (fisicamente), acaba queimando cartucho e depois sente. Esse ritmo, na parte física, é a maior dificuldade. Os jogadores mais experientes conseguem identificar logo isso, superar. E creio que faz muita diferença na partida. Tem diferença não começar muito devagar ou rápido demais, porque vai acabar faltando (fôlego) no final do jogo", comentou o camisa 29.

Nas duas partidas mais recentes, o Grêmio atuou de maneira distinta. Contra o Inter, esperou mais o adversário e fez gol de falta. Com Jean Pyerre. Diante do Ypiranga, atacou do início ao fim e criou chances. Balançou as redes exatamente com Diego Souza.

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