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Cruzeiro traça estratégia para evitar bloqueio em venda de imóvel e doações

Sérgio Santos Rodrigues, presidente do Cruzeiro, traça plano sigiloso para evitar execuções fiscais, bloqueio de recursos e penhora de bens - Gustavo Aleixo/Divulgação/Cruzeiro
Sérgio Santos Rodrigues, presidente do Cruzeiro, traça plano sigiloso para evitar execuções fiscais, bloqueio de recursos e penhora de bens Imagem: Gustavo Aleixo/Divulgação/Cruzeiro

Thiago Fernandes

Do UOL, em Belo Horizonte

25/07/2020 04h00

O Cruzeiro tem um plano para evitar as execuções fiscais, bloqueios e penhora de bens na justiça em meio à tentativa de alienação de imóveis e às doações recebidas por torcedores para pagamento de dívidas na Fifa. O presidente Sérgio Santos Rodrigues e seus pares na diretoria têm um planejamento, mas evitam dar detalhes.

O UOL apurou que já há a elaboração de um plano para evitar execuções fiscais e bloqueios na Justiça nos processos movidos por ex-funcionários e até pela União. No entanto, a cúpula evita dar qualquer tipo de informação sobre o caso, uma vez que há a possibilidade de credores atrapalharem a estratégia jurídica do clube.

O Cruzeiro tenta alienação do imóvel denominado Campestre 2, na região da Pampulha. A ideia será votada pelo Conselho Deliberativo em 3 de agosto. O clube arrecadou cerca de R$ 630 mil por meio do projeto chamado Operação Fifa. Os valores são frutos de mais de 18 mil doações feitas por torcedores.

O clube sofre recentemente com a tentativa de penhora de bens, bloqueio de recursos e execuções fiscais. Ex-funcionários cobram o clube na justiça e até a União exige o pagamento de valores referentes a tributos.

Recentemente, o atacante Fred, hoje no Fluminense, acionou os mineiros cobrando mais de R$ 3 milhões na justiça. A União fez o mesmo e solicitou a penhora de bens e o bloqueio de contas. Há outros ex-jogadores e funcionários que tentam fazer o mesmo por vias judiciais.

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