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Muriel cita derrota para o Fla na Taça Guanabara e diz: 'Amadurecemos'

Muriel, goleiro do Fluminense, durante final da Taça Rio contra o Flamengo - LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.
Muriel, goleiro do Fluminense, durante final da Taça Rio contra o Flamengo Imagem: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

Colaboração para o UOL, em São Paulo

09/07/2020 23h25

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O goleiro Muriel, do Fluminense, afirmou que a derrota para o Flamengo nas semifinais da Taça Guanabara foi importante para o amadurecimento do time tricolor, que bateu a equipe rubro-negra na final da Taça Rio ontem, nos pênaltis, após empate em 1 a 1 no tempo normal.

"A derrota na Taça Guanabara foi importante para amadurecermos como equipe para esse jogo. É muito importante entrar em um clássico com determinação, vontade, concentração, mas é importante manter o equilíbrio, serenidade, saber a hora de marcar, hora de jogar. Acho que nesse segundo jogo, entramos mais equilibrados", declarou o goleiro tricolor em entrevista ao Troca de Passes, do SporTV, hoje.

O arqueiro ressaltou o trabalho de Odair Hellmann na preparação tática e mental do time, mesmo com o pouco tempo de trabalho após a paralisação do futebol por conta da pandemia do Coronavírus.

"A gente se preparou muito mentalmente. Apesar dos desafios, estamos acostumados à superação. O Odair, com poucos dias de trabalho soube ajustar nosso time taticamente e motivar os jogadores. Entramos muito concentrados. Tivemos frieza e o Flamengo não conseguiu fazer o que fez nos últimos jogos muito por conta do que nós fizemos. Tivemos uma boa compactação. O cansaço no fim foi muito em função da dedicação na marcação. Foi um jogo de superação. Hoje comemoramos, mas amanhã já projetamos mais duas decisões", complementou.

Na mesma entrevista, Muriel falou sobre os desafios de uma decisão por pênaltis. O goleiro defendeu duas cobranças - de Willian Arão e de Rafinha - e ainda viu Léo Pereira chutar para fora sua penalidade.

"O Diego Alves é um dos melhores goleiros da atualidade. Fez duas defesas. Poderia ser ele o campeão. O goleiro tem que mesclar a vontade de decidir com a frieza. Para o atacante deve ser difícil bater pênalti em decisão. Tem que ter personalidade para assumir esse compromisso. E o goleiro tem que ter essa frieza, juntar com as informações pré-jogo e com a intuição para o momento dos pênaltis. Mas é um trabalho em conjunto e temos que dividir os méritos", completou.

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