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'O cara mais fora de série que eu joguei foi o Ronaldo Fenômeno', diz Kaká

Kaká conversou com Raí e Leco no CT da Barra Funda - Rubens Chiri/São Paulo/Divulgação
Kaká conversou com Raí e Leco no CT da Barra Funda Imagem: Rubens Chiri/São Paulo/Divulgação

Colaboração para o UOL, em São Paulo

23/03/2020 15h10

Para Kaká, o melhor jogador com que já atuou foi seu antigo companheiro de seleção brasileira, Ronaldo Fenômeno. Convidado do Fox Sports Rádio desta segunda-feira, o ex-jogador rasgou elogios ao antigo camisa nove, principalmente em relação à velocidade para pensar e executar jogadas.

"O cara mais fora de série que eu joguei foi o Ronaldo Fenômeno. A gente tem a capacidade de raciocínio e execução. A capacidade do Ronaldo de pensar e de executar a jogada era uma coisa absurda. A velocidade que ele pensava a jogada e executava era uma coisa fora do comum. Depois que ele fazia a jogada, eu pensava 'Da onde ele tirou essa jogada?'. Claro, é talento, mas a capacidade dele de raciocinar e executar (a jogada) é maravilhosa", destacou Kaká.

Já entre os técnicos, o Kaká elegeu o italiano Carlo Ancelotti, com quem trabalhou no Milan. Atualmente, o treinador comanda o Everton, da Inglaterra.

"Com todos os treinadores, a gente aprende sempre alguma coisa, ou na questão tática, técnica, pessoal, como lidar... O que eu melhor tive resultados, e que eu melhor tive um relacionamento, foi o Ancelotti. Um treinador que foi muito especial na minha vida. Um cara que eu tenho uma grandíssima admiração, e aprendi muita coisa com ele", completou.

Em relação à seleção brasileira, o ex-jogador acredita que, um dia, um técnico estrangeiro pode assumir a pentacampeã mundial. No entanto, segundo ele, isso só deve acontecer depois que todos os treinadores brasileiros aptos para o cargo sejam testados.

"Eu enxergo um técnico estrangeiro na seleção, mas eu acredito que deveríamos fazer todas as tentativas de alto nível possíveis dentro da nossa possibilidade com um treinador nacional. Eu acho que seleção é muito cultural. (...) Na minha opinião, seleção é parte da cultura do país. Então, quanto mais a gente puder ter treinador brasileiro, que entende da onde vêm os meninos, como que eles cresceram, como que eles vivem, ter este entendimento do Brasil e dos brasileiros, eu acho mais legal", opinou.

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