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Indicado por Adilson, Cruzeiro tentou contratar filho de Rivaldo em janeiro

Aos 24 anos, atacante filho do pentacampeão mundial entrou no radar do Cruzeiro há dois meses - Divulgação/Vittorul Constanta
Aos 24 anos, atacante filho do pentacampeão mundial entrou no radar do Cruzeiro há dois meses Imagem: Divulgação/Vittorul Constanta

Enrico Bruno

Do UOL, em Belo Horizonte

21/03/2020 04h00

Antes de ser demitido pelo Cruzeiro, o técnico Adilson Batista deixou uma lista de jogadores que pretendia contar no elenco celeste. Um dos nomes presentes era o do atacante Rivaldo Vitor, o Rivaldinho, filho do pentacampeão mundial pelo Brasil em 2002. As negociações chegaram a acontecer no mês de janeiro, mas não avançaram.

Rivaldinho tem 24 anos e joga atualmente no Viitorul Constan?a, que ocupa o sétimo lugar no Campeonato Romeno. Antes da pausa por conta do coronavírus, o atacante entrou em campo por 17 vezes, marcando sete gols.

"Existiu a possibilidade de o Rivaldinho atuar pelo Cruzeiro. Em janeiro, o clube nos procurou, e levamos a proposta ao Viitorul. Mas as conversas acabaram não evoluindo. Ele ficou muito lisonjeado com a possibilidade de jogar no Cruzeiro. Está muito feliz na Romênia e não se envolve muito em questões do mercado. Mas estamos sempre abertos ao diálogo", comentou Emmanuel Adewole, da empresa YM&U Group, que agencia o atleta.

Rivaldinho já defendeu clubes como o Internacional, Paysandu, Mogi Mirim, XV de Piracicaba, além de ter uma passagem pelo futebol português com o Boavista. No Viitorul, o atacante é treinado por George Hagi, considerado o maior jogador da história da Romênia.

Se a negociação fosse satisfatória para ambas as partes, Rivaldinho repetiria um caminho que seu pai também tomou. Em 2004, o pentacampeão desembarcou em Belo Horizonte cercado de expectativas para se juntar ao elenco do Cruzeiro, campeão da Tríplice Coroa. A passagem do camisa 10 pela Raposa, no entanto, durou apenas 11 jogos. Rivaldo topou fazer uma parceria com o técnico Vanderlei Luxemburgo, mas deixou o Cruzeiro após a demissão do comandante.

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