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Corinthians e Palmeiras têm trabalho para suspender o Paulistão

Morumbi vazio para a vitória do São Paulo sobre o Santos, de vida, no sábado (14) - Felipe Espindola/São Paulo Futebol Clube
Morumbi vazio para a vitória do São Paulo sobre o Santos, de vida, no sábado (14) Imagem: Felipe Espindola/São Paulo Futebol Clube

Diego Salgado, Eder Traskini e José Eduardo Martins

Do UOL, em São Paulo e Santos

17/03/2020 04h00

Em reunião realizada ontem (16), na Federação Paulista de Futebol (FPF), os clubes decidiram paralisar o Campeonato Paulista por causa da pandemia do coronavírus. Apesar de a decisão ter sido com a anuência de todos os 16 clubes, inicialmente houve dirigentes que se opuseram ao plano. Segundo apurou a coluna De Primeira, os presidentes de Corinthians e Palmeiras foram os principais responsáveis por convencer os demais dirigentes. Até mesmo Santos e São Paulo se manifestaram com reticência em relação à pausa.

Algumas questões serviram como argumentos contrários a esses cartolas. Muitas equipes têm contratos com jogadores vigentes somente até o fim do Estadual — os elencos são praticamente desmontados a partir de abril e o prolongamento destes acordos deve ter no mínimo três meses de duração. Há também a preocupação com a perda de verba oriunda de direitos de transmissão e renda, falta de calendário para manter a disputa, além da demora para poder negociar a transferência de atletas.

Para ler esta notícia na íntegra, além de outras novidades dos bastidores da bola, acesse a coluna De Primeira.

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