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Faremos tudo que for possível para reverter punição, diz executivo do City

Ferran Soriano, chefe-executivo do Manchester City - Satish Kumar Subramani/Reuters
Ferran Soriano, chefe-executivo do Manchester City Imagem: Satish Kumar Subramani/Reuters

Do UOL, em São Paulo

19/02/2020 11h41

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O chefe-executivo do Manchester City, Ferran Soriano, disse hoje em entrevista publicada pelo site oficial do time que fará tudo que for possível para reverter a punição da Uefa que baniu o clube de competições europeias pelas próximas duas temporadas.

De acordo com o dirigente, não há dúvidas de que as alegações são falsas. Além da punição que impedirá a presença nas duas próximas Liga dos Campeões, o City recebeu uma multa de 30 milhões de euros (cerca de R$ 141,5 milhões).

"Os fãs podem ter certeza de duas coisas. A primeira é que as acusações são falsas. E a segunda é que faremos tudo o que pode ser feito para provar isso", disse.
A tendência é que o Manchester City entre com um recurso no Tribunal Arbitral do Esportes (TAS).

Na entrevista, Ferran Soriano ainda criticou a decisão da Uefa e rebateu a alegação de que o clube não contribuiu para a investigação.

A Uefa justificou a postura, em texto divulgado na tarde de hoje, afirmando que o clube teria apresentado exagero nas receitas de patrocínio apresentadas entre 2012 e 2016, além de diversas outras informações financeiras, incluindo equilíbrio das contas.

Com base em nossa experiência e nossa percepção, isso parece ser menos sobre justiça e mais sobre política. É claro que muitas pessoas vêm agora e dizem: 'Bem, o que você estava esperando? É assim que funciona. Você deveria ter esperado um resultado negativo da maneira como o sistema foi projetado'. Mas não acreditávamos nisso", disse.

"Nós cooperamos com esse processo. Entregamos uma longa lista de documentos e suporte que acreditamos serem evidências irrefutáveis de que as alegações não são verdadeiras", completou.

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