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Presidente do Grêmio explica demissões no futebol: "Ato de gestão"

Divulgação/Grêmio
Imagem: Divulgação/Grêmio

Jeremias Wernek

Do UOL, em Porto Alegre

16/01/2020 17h22

Romildo Bolzan Jr., presidente do Grêmio, explicou hoje (16) as demissões em série no departamento de futebol gaúcho. De acordo com o dirigente, nenhum desligamento foi realizado por ato isolado e os sete nomes foram liberados por uma avaliação geral. Ainda nas palavras de Bolzan, a data da saída dos preparadores físico e de goleiros foi por contingência.

O Grêmio já acertou as contratações de Mauri Lima e Márcio Meira, preparador de goleiros e preparador físico, respectivamente.

"Não teve nada de meio de temporada. É um processo de gestão, de organização. Todos nós, em qualquer situação de organização, estamos sujeitos a processos de avaliação. É normal. O Grêmio também faz isso. E como se trata de um processo normal, foi a oportunidade de fazer. É um momento muito complexo. Envolve individualidades, contratos de trabalho. Mas não houve sequer avaliação individual. O Grêmio fez no momento que foi possível fazer, quando amadureceu. Não há individualizado, mas no contexto de avaliação do clube. Do Grêmio", disse Bolzan em entrevista coletiva no CT Presidente Luiz Carvalho.

O presidente do Grêmio confirmou a informação publicada pelo UOL Esporte: Renato Gaúcho sabia, na reapresentação do elenco para a pré-temporada, das demissões realizadas na quarta-feira. O treinador foi atualizado, mais recentemente, do andamento do episódio.

De acordo com Bolzan, a saída de Rogério Dias, preparador físico, em meio ao período de treinos não gera prejuízo significativo. O argumento está na agenda.

"A primeira parte do trabalho físico termina sábado. Claro que tem risco, mas o risco aqui é minimizado. Estamos na expectativa de concluir o que foi planejado com coisas inovadoras. Ninguém é doido, a vida não recomenda isso, a vida é um processo. Quem anda nos processos", comentou o presidente gremista.

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