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Em litígio com o Cruzeiro, Thiago Neves volta à mira do Al Hilal

Thiago Neves, do Cruzeiro, está na mira do Al Hilal, da Arábia Saudita - Bruno Haddad/Cruzeiro
Thiago Neves, do Cruzeiro, está na mira do Al Hilal, da Arábia Saudita Imagem: Bruno Haddad/Cruzeiro

Enrico Bruno e Thiago Fernandes

Do UOL, em Belo Horizonte

10/01/2020 11h30

Resumo da notícia

  • Thiago Neves recebe sondagens de clubes do exterior. Além de Boca Juniors e River Plate, o Al Hilal, da Arábia Saudita, é um dos interessados
  • Meia-atacante já defendeu o time saudita duas vezes e pode acertar uma volta no mercado. A procura ainda é incipiente e não se converteu em proposta
  • Estafe de Thiago Neves se reuniu com o Cruzeiro na terça (7) e tentou uma rescisão amigável. Porém, não houve acordo entre as partes durante a reunião

Thiago Neves não ficará no Cruzeiro em 2020. Ele move uma ação trabalhista contra o clube a fim de tentar a rescisão unilateral. Em que pese a briga judicial, o jogador recebe sondagens de clubes do exterior. Além dos argentinos Boca Juniors e River Plate, o Al Hilal, da Arábia Saudita, é um dos interessados.

O meia-atacante de 34 anos já defendeu o time saudita em duas oportunidades e pode acertar um retorno no mercado da bola. A procura ainda é incipiente e não se converteu em proposta. O clube ainda aguarda a resolução do caso envolvendo a sua saída da Toca da Raposa II.

Leandro Lima, agente de Thiago Neves, se reuniu com a cúpula do Cruzeiro na última terça-feira (7) e conversou sobre uma rescisão amigável. Entretanto, não houve acordo entre as partes durante o encontro.

Thiago Neves segue na justiça do trabalho contra o seu atual clube, com o qual tem contrato até dezembro de 2020. Ele cobra R$ 16 milhões, além da rescisão contratual.

Em litígio, o atleta ainda não compareceu à Toca da Raposa II para iniciar a pré-temporada com o restante do elenco comandado por Adilson Batista.

Além dos salários atrasados, Thiago também cobra do Cruzeiro o pagamento de direitos de imagem e FGTS (Fundo de Garantia sobre Tempo de Serviço) não depositados pela entidade. Os vencimentos na carteira de trabalho estão atrasados desde outubro, enquanto os direitos de imagens não são pagos há pelo menos seis meses. Já o FGTS não é recolhido desde o início do ano passado.

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