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Braz evita briga por Pelaipe e age como "bombeiro" para conter crise no Fla

Bruno Spindel, diretor-executivo de Futebol do Flamengo, e Marcos Braz, vice de Futebol do Flamengo - Leo Burlá
Bruno Spindel, diretor-executivo de Futebol do Flamengo, e Marcos Braz, vice de Futebol do Flamengo Imagem: Leo Burlá

Leo Burlá

Do UOL, no Rio de Janeiro

07/01/2020 18h15

Vice-presidente de Futebol do Flamengo, Marcos Braz se pronunciou na tarde de hoje (7) sobre a polêmica envolvendo a saída de Paulo Pelaipe, então gerente de futebol do Rubro-Negro. O cartola confirmou que não foi comunicado sobre a decisão de o clube não renovar o contrato do executivo, algo que tanto ele quanto o diretor Bruno Spindel haviam pedido.

Em conversa com a imprensa, Braz tentou esconder o incômodo com a situação e atuou praticamente como "bombeiro" para conter a crise que se instalou no Rubro-negro desde ontem (6).

"Não me incomodei em nada neste processo. Não foi possível renovar. Falei com o Landim depois da decisão, mas essa conversa fica entre nós dois", despistou Braz.

"Não fomos comunicados da não renovação. Tinha uma coletiva marcada, inclusive com o Pelaipe. Não tinha sentido no primeiro dia do ano eu vir aqui e não falar. Eu e Bruno pedimos a renovação do contrato e não foi possível. Simples assim. Não foi possível. Acabou [o contrato] e o Flamengo não renovou. Simples. Tenho uma relação muito boa com o Pelaipe, era uma pessoa que eu falava e usava muito aqui, assim como o Bruno. A gente sempre trabalhou muito bem", completou.

Braz evita citar Bap

O vice-presidente de futebol evitou citar nomes de outros membros da diretoria, como o vice de relações externas Luiz Eduardo Baptista, o Bap. "Atribuir a A, B ou C, neste momento... Não vou falar de nomes. O que posso falar é que minha relação com o presidente é boa".

Braz voltou a deixar claro o incômodo, mas reforçou que sua função é blindar o futebol de consequências da crise institucional. O vice ainda citou uma reunião com o presidente Rodolfo Landim, mas evitou mais detalhes.

"Pelaipe era o gerente, tinha a função dele. Lógico que vou minimizar o fato. Apenas não renovamos um contrato. O que posso falar é que não sabia. Não me sinto enfraquecido, estou muito tranquilo. Meu cargo aqui também é de estabelecer relação de tranquilidade no futebol profissional. Eu queria isso? Não. Tanto que solicitamos a renovação dele".

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