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Fla decide pagar todos funcionários e encerra polêmica sobre premiações

Divisão da premiação das conquistas da Libertadores e Brasileiro gerou polêmica - Marcos Brindicci/Jam Media/Getty Images
Divisão da premiação das conquistas da Libertadores e Brasileiro gerou polêmica Imagem: Marcos Brindicci/Jam Media/Getty Images

Leo Burlá

Do UOL, em Doha (Qatar)

21/12/2019 21h43

A polêmica sobre o rateio das premiações dos títulos do Campeonato Brasileiro e da Libertadores agitou o clima no Flamengo às vésperas da decisão do Mundial de Clubes, mas houve um consenso e todos funcionários serão agraciados com um bônus pelas conquistas.

A princípio, havia um acordo para que todos funcionários recebessem um valor, que variaria de acordo com a função. Para os jogadores a fatia seria de 70%, cabendo aos demais o restante. No meio do caminho, a direção do clube levantou hipótese de remunerar atletas e a comissão técnica do Mister. O fato contrariou o próprio, que encampou o lado dos demais. Os repasses não foram feitos na data correta e uma revisão foi proposta. Ante todo o imbróglio, houve um recuo e o dinheiro será depositado na conta de todos na semana que vem.

Para apagar o incêndio, o vice-presidente de futebol Marcos Braz entrou em cena e determinou que os repasses foram suspensos. A decisão de "ou todos ou ninguém" foi a forma encontrada para apaziguar um pouco os ânimos antes de decisão contra o Liverpool, da Inglaterra.

A postura de Jorge Jesus e do elenco foi favorável aos que corriam riscos de não receberem a gratificação, contrariando um pouco o que imaginavam o presidente Rodolfo Landim e seus pares mais próximos.

O Fla já embarcou para o Qatar com essa pendência e a situação piorou à medida que os sinais de exclusão de alguns integrantes do estafe foram ficando mais transparentes.

Após a disputa em Doha, o Flamengo embarca de volta para o Rio de Janeiro, com previsão de chegada entre 20h e 21h. O elenco se reapresenta no dia 23 de janeiro para reiniciar os trabalhos.

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