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Como vitória de grupo de Riquelme influencia interesse do Boca em Guerrero

Paolo Guerrero é alvo do Boca Juniors, que terá Riquelme como responsável pelo futebol - Ricardo Duarte/Inter
Paolo Guerrero é alvo do Boca Juniors, que terá Riquelme como responsável pelo futebol Imagem: Ricardo Duarte/Inter

Marinho Saldanha

Do UOL, em Porto Alegre

09/12/2019 12h15

A chapa de Juan Roman Riquelme ganhou as eleições do Boca Juniors, realizadas ontem. E o ex-meia é um dos defensores da contratação de Paolo Guerrero, do Inter. O peruano disse, após a última rodada do Brasileiro, que pretende permanecer em Porto Alegre em 2020, mas com um amigo como responsável pelo futebol do interessado, a situação segue incerta.

Riquelme já conversou, inclusive, com Guerrero. O argentino foi convidado para participar do Lance de Craque, amistoso beneficente promovido por D'Alessandro em Porto Alegre e que terá Guerrero como capitão de uma das equipes na edição 2019. E foi durante este contato que perguntou se o atacante gostaria de defender o Boca. Ouviu que "todo jogador gostaria de atuar no clube".

A chapa do ex-atleta era apenas uma das que pretendia o peruano. Os outros dois candidatos também queriam a contratação dele, tornando a investida unanimidade. Mas a amizade entre eles é um dos pilares que favorece o Boca. Riquelme teria contato facilitado com o atual comandante de ataque do Inter.

Por outro lado, o jogador deu indicações firmes de que pretende permanecer no Colorado.

"Eu tenho contrato e estou feliz aqui. Posso falar isso, que tenho mais dois anos de contrato e meu objetivo é estar aqui no próximo ano. Espero que o próximo ano seja melhor do que este. Fizemos uma boa temporada, mas merecíamos um título", afirmou na saída de campo após a vitória por 2 a 1 sobre o Atlético-MG.

Com 35 anos, Guerrero disputou 41 partidas e marcou 20 gols pelo Inter na temporada. Média de praticamente um gol a cada dois jogos.

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