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Campanha pede que final do Campeonato Mineiro Feminino seja no Mineirão

FMF voltou atrás após dizer que final do Mineiro Feminino poderia ser no Mineirão ou no Independência - Luciano Filgueiras/Divulgação
FMF voltou atrás após dizer que final do Mineiro Feminino poderia ser no Mineirão ou no Independência Imagem: Luciano Filgueiras/Divulgação

Do UOL, em São Paulo

18/11/2019 21h23

A hashtag com os dizeres "palco de gigantes" foi adotada hoje por internautas para promover uma campanha nas redes sociais: levar a final do Campeonato Mineiro Feminino para o Mineirão.

A campanha, apoiada pela narradora Isabelly Morais, se mira no exemplo da final do Paulista Feminino, neste sábado, que atraiu mais de 28 mil pessoas para a partida entre Corinthians e São Paulo na Arena Corinthians — a decisão terminou com o título corintiano.

O público, recorde entre partidas do feminino entre clubes no Brasil, levou a campanha a levantar a bandeira: "São Paulo fez, Minas também pode". A partida de ida da final do Paulistão também utilizou um grande palco, o Morumbi, que recebeu jogos do feminino após mais de 20 anos.

A princípio, a FMF (Federação Mineira de Futebol) havia sinalizado que a final seria ou no Mineirão ou no Independência. No entanto, na última semana, a entidade voltou atrás e definiu que a decisão será em jogo único no Sesc Venda Nova, na Grande BH.

Atualmente, o torneio encontra-se na fase semifinal. Cruzeiro e Ipatinga decidem uma vaga e, do outro lado da chave, Atlético-MG e América-MG definem a outra. Na ida, a Raposa levou a melhor vencendo por 2 a 0 enquanto Galo e Coelho ficaram no 1 a 1.

A final do Mineiro está marcada para o dia 6 de dezembro, às 18h.

Confira, abaixo, alguns dos tweets que promovem a campanha -- eles partem de fãs, jornalistas e pessoas envolvidas com a modalidade.

Ouça o podcast Posse de Bola, a mesa redonda do UOL sobre futebol, com Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, Juca Kfouri e Mauro Cezar Pereira.

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Errata: este conteúdo foi atualizado
Diferentemente do que foi escrito na primeira versão do texto, a narradora Isabelly Morais não foi a criadora da campanha. Ela é apenas uma das apoiadoras. O erro foi corrigido.