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Mundial feminino tem seis vezes mais gols nas quartas do que Copa America

Jogadoras da Inglaterra comemoram gol contra a Noruega - REUTERS/Phil Noble
Jogadoras da Inglaterra comemoram gol contra a Noruega Imagem: REUTERS/Phil Noble

Do UOL, em São Paulo

30/06/2019 04h00

Classificação e Jogos

Neste sábado (29), foram definidos os últimos semifinalistas da Copa América e da Copa do Mundo Feminina e, com isso, se encerraram os jogos de quartas de final das duas competições entre seleções. Com apenas dois gols marcados em quatro jogos, o torneio continental tem sua pior média de gols nesta fase em toda sua história, enquanto o evento realizado em solo francês teve grandes doses de emoções e 11 gols marcados, quase seis vezes mais do que as partidas realizadas no Brasil.

Outro ponto curioso deste dado é que apenas a Argentina conseguiu balançar as redes nas quartas de final, sendo que o time comandado por Scaloni foi uma das decepções na fase de grupos da Copa América. Já no Mundial feminino, apenas a Itália e a Noruega não conseguiram anotar ao menos um gol, e com todos os times semifinalistas marcando ao menos dois gols nos jogos desta semana.

Vale destacar que o VAR foi bastante requisitado nos jogos da Copa América, principalmente nos jogos entre Chile x Colômbia e Uruguai x Peru. No duelo entre chilenos e colombianos, o árbitro de vídeo anulou corretamente dois gols dos atuais bicampeões, sendo que no confronto entre uruguaios e peruanos teve participação em três lances de impedimento.

Com partidas marcadas por sistemas defensivos sólidos mas ataques bem abaixo do esperado, como o da Seleção Brasileira diante do Paraguai, a Copa América ficou bem abaixo no quesito chances claras de gol se comparado com a Copa do Mundo Feminina, que teve partidas equilibradas e equipes buscando sempre que possível o gol adversário.

O destaque ficou por conta da Inglaterra, que novamente aplicou três gols na equipe adversária (nas oitavas de final a vítima da vez foi o time de Camarões). Os gols diante da Noruega foram marcados por Scott, White e Bronze, e o desempenho foi tão bom que as inglesas ganham força para o duelo diante das atuais campeãs norte-americanas.

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