Topo

Seleção Brasileira


Treino da seleção tem invasão de campo e Alisson e Tite como preferidos

Torcedor invade o gramado do Beira-Rio durante treino da seleção brasileira e é perseguido - Pedro H. Tesch/AGIF
Torcedor invade o gramado do Beira-Rio durante treino da seleção brasileira e é perseguido Imagem: Pedro H. Tesch/AGIF

Danilo Lavieri, Marcel Rizzo e Pedro Lopes

Do UOL, em Porto Alegre

08/06/2019 18h19

Em um final de tarde frio em Porto Alegre cerca de 5 mil pessoas foram ao Beira-Rio neste sábado (8), doando 2 kg de alimentos, para ver o treino preparatório da seleção brasileira para o amistoso deste domingo (9) contra Honduras. Aos gritos de Alisson, o preferido, e de Paquetá e Everton, ao término do trabalho dos comandados de Tite quatro crianças e um adulto invadiram o campo para tentar abraçar os jogadores.

Foi o momento de descontração com os seguranças atrás dos garotos, sem evitar que os 'invasores' chegassem aos ídolos para um abraço e a tentativa de levar uma camisa de treino para casa -- Casemiro, por exemplo, tirou a dele para dar a um deles. Tite, gaúcho que fez sucesso no Grêmio, rival do Inter dono do Beira-Rio, foi ovacionado, mas quem foi até os torcedores ao fim do treino foram Alisson, ídolo no colorado, e Everton, que jogou uma camisa para os fãs. Os demais atletas acenaram do meio de campo.

Da arquibancada o técnico do Inter, Odair Hellmann, acompanhou parte do treinamento e ao final desceu as escadas para dar um abraço em alguns jogadores que trabalharam com ele quando foi auxiliar técnico na campanha do ouro olímpico, em 2016 -- Hellmann fez parte do estafe de Rogério Micale e tinha naquele elenco atletas que jogarão a Copa América como Marquinhos e Gabriel Jesus.

Na saída do gramado convidados de patrocinadores conseguiram chegar mais perto dos atletas, tendo o privilégio de ficar próximo ao campo, para tirar fotos e pegar autógrafos. Antes de o treino começar, duas crianças de Hospital do Amor, instituição médica com sede em Barretos (SP) especializada no tratamento do câncer, conseguiram conversar com os atletas por meio de câmeras instaladas em uma espécie de robô, controlado do hospital, que podia rodar por parte do gramado. A novidade fez parte de ação de um dos patrocinadores da seleção e permitiu que um garoto desse uma "cornetada" no treinador.

"Eu tomei até uma corneteada! Ele disse: 'pô, você tem que levar alguém do Palmeiras aí. Que panela é essa? Assim não dá!'", disse o comandante aos risos.

Mais Seleção Brasileira