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Atlético-MG gasta R$ 300 mil por mês com três reservas que pouco jogam

Leandrinho, atacante do Atlético-MG, tem salário elevado e é pouco usado por Levir Culpi - Bruno Cantini/Divulgação/Atlético-MG
Leandrinho, atacante do Atlético-MG, tem salário elevado e é pouco usado por Levir Culpi Imagem: Bruno Cantini/Divulgação/Atlético-MG

Thiago Fernandes

Do UOL, em Belo Horizonte

03/03/2019 04h00

Martín Rea, Leandrinho e Nathan têm poucas oportunidades no Atlético-MG. O trio é pouco utilizado até quando Levir Culpi escala o time reserva no Campeonato Mineiro. Contratados por Alexandre Gallo, ex-diretor de futebol do clube, geram um gasto de quase R$ 300 mil por mês à cúpula.

Os atletas estão na Cidade do Galo por empréstimo e, desde que chegaram, tiveram poucas chances na equipe.

Rea está no clube desde agosto, mas participou de um só jogo neste período. Ele ficou em campo por 90 minutos contra o Tombense, no Campeonato Mineiro. O zagueiro uruguaio, que pertence ao Danubio, recebe R$ 42 mil no regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Emprestado pelo Chelsea, da Inglaterra, Nathan também não tem muitas oportunidades. Em 2019, ele jogou 149 minutos em quatro jogos, somente um na condição de titular. O meia-atacante é quem tem o salário mais elevado do trio. Ele recebe R$ 135 mil na carteira de trabalho.

Na nova lista de inscritos de Levir Culpi para a fase de grupos da Copa Libertadores da América, o apoiador aparece entre os 30 nomes, superando o garoto Alessandro Vinícius, que tem entrado com mais frequência no time que disputa o Estadual.

Leandrinho também pouco atuou com as cores do Atlético. O atleta que pertence ao Napoli, da Itália, fez quatro jogos em 2019, com 147 minutos em campo. Apesar da pouca participação, tem vencimentos ligeiramente inferiores ao de Nathan: fatura R$ 114 mil por mês na carteira de trabalho.

Se somarem apenas os valores brutos dos salários, o trio custa ao Atlético R$ 291 mil por mês e pouco fez em campo. Os três contratos se encerram em julho de 2019 e não devem ser renovados.

Em janeiro deste ano, a ideia da diretoria era se desfazer do grupo. Foram cogitadas as rescisões contratuais, mas o planejamento não foi levado adiante.

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