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Sampaoli exige medalhão no ataque, e volta de R. Oliveira causa discórdia

Jorge Sampaoli quer um nome de peso para comandar ataque do Santos em 2019 - Marcello Zambrana/Agif
Jorge Sampaoli quer um nome de peso para comandar ataque do Santos em 2019 Imagem: Marcello Zambrana/Agif

João Henrique Marques e Samir Carvalho

Do UOL, em Santos

17/01/2019 04h00

Após a saída de Gabigol, a contratação de um atacante de peso no Santos é encarada como obrigação por Jorge Sampaoli. O treinador exige jogador experiente e já passou aos dirigentes a intenção de contar com Ricardo Oliveira, do Atlético-MG. Só que o nome causa discórdia na diretoria por ser considerado caro e em fase final de carreira aos 38 anos.

Apesar de Ricardo Oliveira ter contrato com o Atlético-MG até o fim de 2020, o Santos está ciente de que o clube mineiro não faz jogo duro para o liberar por conta da busca por outros reforços para a posição. O contrato planejado pela diretoria santista é de apenas um ano. 

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Na cúpula santista são poucos dirigentes favoráveis ao retorno do centroavante. Com alguns, Ricardo Oliveira tem moral por conta do potencial goleador apresentado na última passagem pelo clube, entre 2015 e 2017 - ele foi o artilheiro do Campeonato Brasileiro, em 2015, com 20 gols. Na edição passada, pelo Atlético-MG, fez 13 gols e terminou como vice-artilheiro.

Além do faro goleador, Ricardo Oliveira é tido como profissional dedicado e agregador. No Santos é unanimidade entre os funcionários do CT Rei Pelé.

Ricardo Oliveira foi apresentado como uma opção para Sampaoli. O treinador avalia o perfil do jogador como exatamente o ideal para substituir Gabigol.

A necessidade de contratar um centroavante de peso é tanta na visão de Sampaoli que o treinador pediu para congelar a negociação com outros jogadores. Um dos prejudicados com a medida foi o volante do Boca Juniors, Pablo Pérez. O argentino segue nos planos, mas deixou de ser prioridade na lista de reforços. 

Outro nome visto com o perfil que Sampaoli deseja é o de Vagner Love, de 34 anos. O atacante tenta a rescisão contratual com o Besiktas - vínculo é até julho de 2020 -, mas é opção avaliada como difícil pelos dirigentes santistas por conta da concorrência com o Corinthians.

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