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Autoridades da Rússia determinam gasto extra de R$ 2 bilhões para a Copa

Vladimir Putin é o presidente da Rússia, sede da Copa do Mundo de 2018 - Michael Klimentyev/AFP
Vladimir Putin é o presidente da Rússia, sede da Copa do Mundo de 2018 Imagem: Michael Klimentyev/AFP

Do UOL, em São Paulo

24/10/2017 21h44

Ficou mais caro. A Copa de 2018 custará 600 milhões de dólares (valor que beira R$ 2 bilhões) a mais do que o previsto para os cofres da Rússia, sede da próxima edição do torneio. Com este acréscimo, o custo total do Mundial saltou para 11,8 bilhões de dólares (cerca de R$ 38 bilhões).

A informação foi divulgada pelo próprio governo russo, nesta terça-feira (24), por meio de um decreto assinado pelo primeiro-ministro Dmitri Medvedev, também ex-presidente do país, antecedido e sucedido por Vladimir Putin. Trata-se de uma emenda nos termos da preparação para o evento.

A imprensa europeia destaca que, deste valor, 6,7 bilhões de dólares (R$ 21,7 bilhões, ou 57,6%) serão investidos pelo governo federal, enquanto os governos regionais contribuirão com 1,5 bilhão de dólares (R$ 4,8 bilhões, ou 13,6%).

A iniciativa privada e as empresas estatais são discriminadas como um único grupo, chamado de “entidades legais jurídica e economicamente”, e arcarão com 3,4 bilhões de dólares (R$ 11 bilhões, ou 28,8%).

É evidente que o documento publicado pelo governo russo considera as despesas na moeda local, o rublo russo; no entanto, o decreto não explica os motivos para o aumento substancial no valor.

A Copa do Mundo de 2018 terá 11 cidades-sede e será disputada entre 14 de junho e 15 de julho do ano que vem. Para efeitos de comparação, a Copa do Brasil, em 2014, teve 12 cidades-sede.

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