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Prass cresce a dois meses do fim do contrato e joga pressão no Palmeiras

Fernando Prass reclama de lance durante o duelo entre Santos e Palmeiras - Marcello Zambrana/AGIF
Fernando Prass reclama de lance durante o duelo entre Santos e Palmeiras Imagem: Marcello Zambrana/AGIF

Danilo Lavieri

Do UOL, em São Paulo

19/10/2017 04h00

A pouco menos de dois meses do fim de seu contrato, Fernando Prass cresceu de produção em jogos do Palmeiras. As boas atuações aumentam a pressão na diretoria do clube, que segue sem fechar uma renovação com o goleiro de 39 anos.

Contra Coritiba, Fluminense, Santos, Bahia e Atlético-GO, o camisa 1 foi um dos principais atletas em campo. No jogo contra a equipe do Nordeste, no Pacaembu, os visitantes só não saíram com a vitória porque o arqueiro foi um dos que mais trabalhou. Antes dessa sequência, Prass já havia defendido pênalti e também foi decisivo no empate por 1 a 1 com o Atlético-MG.

Se no início da negociação ele estava na reserva e tinha menos poder de barganha, agora está em alta e vê Jailson, seu principal concorrente, ainda sem previsão de retorno. O goleiro não esconde que gostaria de ter a situação já resolvida e pontuou isso em entrevistas. Recentemente, ele adotou postura mais reclusa e prefere não falar do assunto.

Campeão da Série B, em 2013, da Copa do Brasil, em 2015, e do Brasileirão, no ano passado, o atleta ouviu a diretoria anunciar um acerto verbal de um novo contrato de um ano, mas ainda não assinou o documento.

Prass ainda viu, recentemente, o Palmeiras ter o nome vinculado a negociações com Weverton, do Atlético-PR. Também em fim de contrato, ele despertaria o interesse de Alexandre Mattos e companha. Os diretores, no entanto, negam as conversas.

Pelas normas da Fifa, Prass já poderia assinar um pré-contrato com qualquer outra equipe e deixar o Palmeiras sem custos no fim do ano. Ao menos por enquanto, ele sustenta a vontade de seguir carreira no clube em que virou líder e referência.

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