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Sassá escapa de punição do Cruzeiro após confusão em casa noturna

Sassá, atacante do Cruzeiro, se envolveu em problema na Wood"s, casa noturna de BH - © Washington Alves/Light Press/Cruzeiro
Sassá, atacante do Cruzeiro, se envolveu em problema na Wood's, casa noturna de BH Imagem: © Washington Alves/Light Press/Cruzeiro

Thiago Fernandes

Do UOL, em Belo Horizonte

22/08/2017 04h00

Famoso pelo comportamento extracampo, Sassá se envolveu em seu primeiro problema desde a chegada a Belo Horizonte. A confusão em uma balada sertaneja, entretanto, não gerou complicações para o jogador no Cruzeiro.

Na última sexta-feira (18), o professor Caio de Lana teria feito uma imagem do jogador ao lado de amigos em um dos camarotes de uma casa noturna, onde curtiu show da dupla Marcos e Belutti. A ação culminou em troca de empurrões dos companheiros de balada do atleta com o professor. Um copo de bebida ainda foi atirado em Caio.

Caio de Lana Luiz, de 34 anos, registrou ocorrência na 124ª Companhia de Polícia de Belo Horizonte, alegando agressões verbal e física por dois amigos de Sassá. O jogador não se envolveu no tumulto.

O clube, contudo, não aplicou multa ou sanção por conta do caso, conforme apurado pelo UOL Esporte com uma pessoa ligada ao atleta. O motivo é simples. O ocorrido não refletiu no futebol do centroavante, que atuou entre os titulares de Mano Menezes no triunfo sobre o Sport e ainda marcou um gol.

Antes de sua chegada à Toca da Raposa II, Sassá foi aconselhado a evitar novos problemas extracampo. Este, inclusive, foi um dos fatos avaliados pela cúpula antes de sua contratação.

A fim de amenizar a confusão com o jogador, promotores da casa noturna convidaram Sassá ao camarim da dupla que se apresentou na última sexta-feira. O chamado foi prontamente atendido pelo atleta e seus companheiros, que deixaram o estabelecimento pouco após o show.

Apesar de não andar com seguranças, o jogador está sempre acompanhado de amigos em baladas. Os mesmos costumam ajudá-lo no monitoramento de fotografias desde o período em que estava no Rio de Janeiro quando defendia o Botafogo, clube no qual teve problemas disciplinares e acabou afastado pela comissão técnica de Jair Ventura.

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