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R$ 647 milhões: CBF apresenta faturamento recorde e supera até clubes

Entidade de Marco Polo Del Nero (foto) obteve receita histórica no ano de 2016 - Marcelo Sayão/EFE
Entidade de Marco Polo Del Nero (foto) obteve receita histórica no ano de 2016 Imagem: Marcelo Sayão/EFE

Pedro Ivo Almeida

Do UOL, no Rio de Janeiro

18/04/2017 17h59

Apesar da crise de imagem dos últimos anos, a CBF apresentou os maiores resultados financeiros de sua história em 2016. Durante Assembleia Geral da entidade, nesta terça-feira (18), a Confederação revelou um faturamento de R$ 647 milhões no último ano.

O valor supera até mesmo a receita dos principais clubes do país, que nem sequer atingem a casa dos R$ 600 milhões.

Apesar do faturamento recorde, o lucro ficou abaixo daquele verificado no ano anterior - R$ 44 milhões em 2016 contra R$ 72 milhões de 2015 - e se mostrou o menor desde 2007.

De acordo com explicações do secretário-geral da CBF, Walter Feldman, tal diferença se dá por diferenças cambiais entre os dois anos correntes e não preocupa a entidade. "Nossos contratos são registrados em dólares, houve variação, perdemos R$ 39 milhões por isso. Além disso, aumentamos investimentos no futebol Isso explica os números, que são bons".

A maior fatia do faturamento em 2016 veio dos patrocínios da seleção brasileira: R$ 411 milhões, superando os R$ 339 milhões de 2015.

A Confederação ainda detalhou que gastou R$ 288 milhões com “investimentos em futebol”, nos repasses a federações e custo com a seleção.

Após a Assembleia desta terça, que novamente não contou com a participação de clubes, a CBF pretende divulgar detalhes do relatório financeiro atualizado nos próximos dias.

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