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Sobreviventes recebem homenagem tímida em Engenhão vazio

Pedro Ivo Almeida e Vinicius Castro

Do UOL, no Rio de Janeiro

25/01/2017 21h47

Um Engenhão vazio acompanhou uma tímida homenagem aos sobreviventes da tragédia com o avião da Chapecoense. Antes do duelo entre Brasil e Colômbia, Alan Ruschel, Jackson Follmann, Neto e Rafael Henzel estiveram no gramado do Engenhão para participar da cerimônia, nesta quarta-feira (25).

Diferentemente do visto no amistoso entre Chapecoense e Palmeiras, a homenagem foi bem rápida. Os quatro sobreviventes brasileiros estiveram no gramado, receberam uma placa dos presidentes de Chapecoense e Atlético Nacional e flores dos jogadores das duas seleções.

Nas arquibancadas, um pequeno público acompanhava a cerimônia, pouco mais de 18 mil pessoas. Com ingressos de até R$ 150, o Engenhão recebeu um público modesto, com menos de 20 mil pessoas. Apesar disso, os presentes se mostravam empolgados com a homenagem, soltando o grito de “vamos, vamos, Chape”.

O cerimonial foi conduzido por Rubens Lopes, presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Marco Polo del Nero, presidente da CBF, não compareceu ao evento.

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