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Formação e time titular. Mano deixa o Cruzeiro em aberto para segundo teste

Nada decidido. Mano Menezes ainda quer testar jogadores e novas formações no Cruzeiro - Washington Alves/Light Press/Cruzeiro
Nada decidido. Mano Menezes ainda quer testar jogadores e novas formações no Cruzeiro Imagem: Washington Alves/Light Press/Cruzeiro

Enrico Bruno

Do UOL, em Belo Horizonte

22/01/2017 04h00

Em sua primeira entrevista do ano, assim que o time do Cruzeiro se reapresentou, Mano Menezes comemorou o fato de poder realizar uma pré-temporada para analisar os novos jogadores, estudar novas formações e aprimorar jogadas. Neste domingo, chega ao fim a segunda semana de treinamentos e o treinador vai comandar seus atletas em mais um jogo-treino, desta vez contra o Araxá, às 11h, na Toca da Raposa. Mesmo depois do 7 a 0 no meio de semana, o discurso do professor continua o mesmo. Por isso, novas formações e outros experimentos no time titular não estão descartados.

"A gente começou a trabalhar alguns esboços. Não tem como chegar em boas condições se não colocar o time em campo e ajustá-lo. Filmamos os treinos e os jogos-treino e ainda teremos modificações no time base que vai estrear diante do Villa Nova, no dia 29. Quero dois grupos de qualidade semelhante, pois vamos dividir os treinos em frações de 30 minutos. Vou fazer inversão: quem trabalhou 30 minutos no primeiro jogo-treino, vai jogar 60 no segundo. Isso serve para que todos estejam próximos e eu possa avaliar melhor a equipe", falou Mano Menezes.

A estratégia de Mano dará mais tempo em campo para jogadores como Ramón Ábila, autor de três gols no último jogo-treino, e os reforços Hudson e Kunty Caicedo. Na formação da equipe, o time também pode sofrer mudanças. No ano passado, o Cruzeiro jogou com mais frequência no 4-2-3-1. Com Mano, outra formação bastante utilizada foi o 4-3-3. Neste ano, o esquema ainda pode sofrer uma variação para o 4-2-4.

"A gente não vem jogando exatamente com uma linha de três. O Cruzeiro vem jogando com quatro jogadores na última linha, sendo dois extremos e dois centralizados. O Cruzeiro tem jogadores com características diferentes. Rafael Sóbis e Arrascaeta caem pelos lados; Ábila joga centralizado. O Raniel pode jogar pelos lados. Já o Alex joga centralizado, mas numa linha mais de trás. Ainda estamos avaliando como a equipe ficará melhor. Existe uma tendência na Europa para que os times joguem com linha de três e defendam com cinco jogadores na última linha. Isso porque os adversários passaram a chegar com muitos jogadores, sendo cinco ou seis no ataque", acrescentou.

Após o jogo-treino deste domingo, o Cruzeiro ainda fará outro compromisso antes da estreia pelo estadual. No meio de semana, dia 25, a equipe enfrenta o Brasília, no campo do Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte.

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