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Familiares de vítimas terão tradutores e psicólogos à disposição em Medelín

Local da tragédia, a 30 quilômetros do aeroporto internacional - Divulgação/Cuenta Oficial del Departamento de Policía Antioquia
Local da tragédia, a 30 quilômetros do aeroporto internacional Imagem: Divulgação/Cuenta Oficial del Departamento de Policía Antioquia

Felipe Pereira

Do UOL, em Medelín (COL)

30/11/2016 05h13

Os familiares das vítimas da tragédia com o voo da Chapecoense terão auxílio durante a passagem pela cidade de Medelín, na Colômbia. Autoridades locais estão montando uma força-tarefa para receber os estrangeiros - sobretudo os brasileiros.

Os colombianos vão colocar 222 profissionais à disposição dos parentes dos passageiros que estavam na aeronave. Os familiares terão acompanhamento psicológico, além de tradutores e assistentes sociais.

O primeiro contato se dará logo no aeroporto internacional de Medelín. No local, há um banner com o nome "Chapecoense". Dez pessoas iniciarão o processo e guiarão as pessoas para uma das salas do aeroporto. A prefeitura da cidade colombiana, por sua vez, disponibilizará quartos de hotel. 

A queda do avião ocorreu na madrugada de terça-feira, nas cercanias de Medelín. No total 71 pessoas morreram e seis ficaram feridas. Depois de pouco mais de 24 horas, somente um familiar desembarcou na cidade: a mãe do copiloto, vinda da Bolívia.

Inicialmente, havia expectativa de que familiares de jogadores, integrantes da comissão técnica e dirigentes fossem de avião à Colômbia para o reconhecimento dos corpos. As autoridades colombianas, entretanto, em contato com a Embaixada do Brasil no país, disseram que os corpos serão liberados rapidamente para que o reconhecimento seja feito o mais rápido possível no Brasil.
 
Sete integrantes do departamento médico da Chapecoense já viajaram para cuidar de detalhes iniciais do reconhecimento dos corpos). O mesmo ocorreu com integrantes do departamento jurídico e familiares do lateral esquerdo Dener, que viajarão em voo de carreira pago pela CBF.
 
 

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