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"Forró do Gerson" e feijão na cara: causos de Marcos que estão bombando

Luiza Oliveira e Vanderlei Lima

Do UOL, em São Paulo

17/02/2016 06h01

O goleiro Marcos pendurou as chuteiras e se afastou do futebol. Mas os causos folclóricos do ídolo palmeirense continuam se espalhando e fazendo sucesso na internet. Em um vídeo compartilhado pelo aplicativo WhatsApp recentemente, Marcão conta histórias engraçadíssimas. Ele relembra a vez que o também goleiro Sérgio levou, da mulher, uma lata de feijão na cara e o episódio em que Amaral chamou os jogadores para ir à balada “Forró do Gerson”. Mas, chegando lá, na verdade era uma loja de material de construções chamada “Forro e Gesso”. 

O UOL Esporte conversou com os ex-jogadores envolvidos no caso e viu que as duas histórias não são apenas lendas do ex-jogador. No primeiro caso, Sérgio convidou Marcos para almoçar em sua casa porque sua mulher havia cozinhado. Chegando lá, o anfitrião percebeu que ela não tinha feito feijão e resolveu reclamar: ‘por que não tem feijão?’.

Brava, a esposa de Sérgio disse que iria pegar o feijão. Ela voltou com a lata de feijão na mão e jogou tudo na cara do marido. Marcos preferiu não se meter na briga do casal e saiu de perto. Mas acabou se deparando com uma cena inusitada. Mesmo sem ter feito nada de errado, o colega estava no chão catando grão por grão.

Sérgio dá risadas ao relembrar a história. “A história do feijão é verdade, é tudo verdade, ainda bem que não era cozido (feijão). Se fosse cozido, ele estaria f... (risos). Isso está bombando em tudo que é lugar. O Marcos morou por um ano e meio na minha casa. Estas paradas ele acompanhava todas e hoje ele solta estas palhaçadas na internet”, brincou.

Em outro caso memorável, Marcos relembra a vez que o Palmeiras ganhou um jogo em Recife e o então técnico do time, Vanderlei Luxemburgo, liberou os atletas para comemorarem à noite. Um dos mais animados do grupo, o volante Amaral queria curtir um pagode e sugeriu uma casa de shows cheia de gente e luzes que ele havia visto na entrada da cidade quando o ônibus da delegação passou.

Segundo Amaral, a balada se chamava ‘Forró do Gerson’. Mas não era bem assim. Na verdade, o local era uma loja de construções e se chamava ‘Forro e Gesso’.

“Eu falei: ‘vamos quebrar hoje, vamos para o Forró do Gerson’. Pelo menos eu achei que era, mas não era. A gente estava no ônibus e eu vi muita gente e achei que era uma promoção de ingressos. Para mim, as pessoas estavam comprando ingressos. Mas o ônibus passou muito rápido e só depois eu vi que era Forro e Gesso, até hoje eu pago este pato. O Marcos me zoa demais”, conta Amaral.

Para aumentar ainda mais a lambança, Amaral estava tão convencido de que havia uma balada no local que ele chamou quatro táxis para levar os companheiros de time. Os motoristas falaram que cada corrida sairia por R$ 50, e o volante ainda se disponibilizou a pagar o preço total.

“Os taxistas falaram: ‘lá não existe nenhum forró com este nome’. Eu falei: ‘existe sim, eu vi, estava cheio de gente, pode ir’. Foram os quatro táxis e o meu na frente. Chegando perto, consultamos o pessoal: ‘vocês conhecem o Forró do Gerson?’. Aí todos falaram: ‘não tem isso aí não’. Aí avistamos um monte de caras e o taxista falou: ‘o único barracão que tem aqui é este, Forro e Gesso Material de Construção - aberto de segunda a sábado’. Aí eu tive que pagar os quatro táxis, foram R$ 200 reais. Eu não posso falar quem estava comigo porque tinham jogadores casados”, conta ele, aos risos.

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