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Palmeiras segura renovações para agir no mercado e manter só os essenciais

Mauricio Duarte

Do UOL, em São Paulo

12/12/2013 06h00

O Palmeiras “congelou” as renovações de contrato até definir quem serão os reforços para a temporada de 2014, ano em que o clube comemora seu centenário. A intenção é ter um panorama mais claro da configuração de como vai ficar o elenco e então renovar apenas com atletas considerados imprescindíveis para a comissão técnica.

A diretoria faz isso para tentar controlar melhor o caixa do clube e não inchar o elenco desnecessariamente. O problema é que a situação está irritando jogadores e seus respectivos empresários, que veem a situação como um desrespeito aos atletas, que precisam de uma definição para, se for o caso, abrir negociação com outra equipe.

O presidente Paulo Nobre já avisou que não vai apressar as coisas, tanto para fechar contratações quanto para bater o martelo em renovações. “Nós não colocamos prazo para acontecimentos, porque senão viramos refém do próprio prazo. Gostaria de ter alguma novidade até o fim do ano, mas isso não é nenhuma promessa. A única promessa que faço desde o início da minha gestão é a de muito trabalho”, disse.

A demora na renovação do contrato atinge titulares na campanha da Série B, como o volante Márcio Araújo, o zagueiro Vilson e o atacante Leandro, que ainda não assinaram novos vínculos.

André Luis, Léo Gago, Marcelo Oliveira, Charles, Ananias, Ronny, Fernandinho, Rondinelly, Bruno também encerram seus contratos no fim do ano e não tiveram o destino definido. Já o lateral direito Luis Felipe deve seguir para o Benfica.

Há também atletas que estão emprestados a outros clubes, retornam ao Palmeiras para 2014 e não sabem se serão utilizados por Kleina na próxima temporada. Casos de Luan, Deola, Maikon Leite, Patrick Vieira, Vitor, Tiago Real e Tinga, entre outros.

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