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Parceira da Globo, CBF conta com apoio de ex-chefão da Record em amistosos

São 15 minutos de festa dentro de 90 minutos decisivos. A festa é para Ronaldo e sua última partida pela seleção brasileira. O clima decisivo é para os jogadores que sonham disputar a Copa América e sabem que alguns nomes serão cortados logo após o amistoso. Esses são os ingredientes principais do duelo diante da Romênia, às 21h50 desta terça-feira, no Pacaembu, com acompanhamento lance a lance do Placar UOL. - Ricardo Nogueira/Folhapress
São 15 minutos de festa dentro de 90 minutos decisivos. A festa é para Ronaldo e sua última partida pela seleção brasileira. O clima decisivo é para os jogadores que sonham disputar a Copa América e sabem que alguns nomes serão cortados logo após o amistoso. Esses são os ingredientes principais do duelo diante da Romênia, às 21h50 desta terça-feira, no Pacaembu, com acompanhamento lance a lance do Placar UOL. Imagem: Ricardo Nogueira/Folhapress

Alexandre Sinato, Bruno Freitas e Thales Calipo

Em São Paulo

07/06/2011 08h20

A Rede Globo é a grande parceira da CBF, já que a emissora detém os direitos de todos os amistosos, além de torneios que a seleção masculina de futebol participa, como a Copa América, que acontecerá em julho, na Argentina. Porém, nos bastidores, a entidade conta com o apoio de um executivo que se destacou, justamente, pela Record.

Eduardo Zebini, que comandou o esporte da emissora paulista por muitos anos e foi demitido em 2009, auxiliou nos trabalhos da assessoria de imprensa da CBF durante o amistoso contra a Holanda e, também, nos preparativos para a partida contra a Romênia, nesta terça-feira, no Pacaembu.

A presença do ex-chefão da Record no ambiente da seleção brasileira se deve ao fato de Zebini ter assumido o posto de gerente de broadcasting do Comitê Local da Copa do Mundo de 2014. Entre outras atribuições, o executivo será responsável por representar a entidade, que é comandada por Ricardo Teixeira, em conversas com a Fifa sobre assuntos relacionados às transmissões.

Sem especificar desde quando ocupa tal função, Zebini afirmou apenas estar no COL “há alguns meses”. Nesse período, o executivo já teve de tratar com profissionais de Globo, emissora que era sua concorrente até 2009.

Curiosamente, foi Zebini quem deu à Globo uma das piores derrotas da história da emissora carioca. Enquanto comandava a Record, o executivo foi o responsável pelo processo que culminou com a compra dos direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, por parte do canal ligado à Igreja Universal.

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