1. Água Santa AGS
    Ituano ITU
  2. XV de Piracicaba-SP XVP
    Botafogo-SP BOT
  3. Oeste OES
    Audax-SP AUD
  4. Capivariano CPV
    São Bento SBE

Quarta-feira 30/03/2016 - 21:45

Arena Corinthians, São Paulo

13ª rodada

2
Corinthians Corinthians
  • Fabián Balbuena
  • Romero
Pós-jogo
1
Ponte Preta Ponte Preta
  • Felipe Azevedo

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Do UOL, em São Paulo

Muricy Ramalho colocou em campo diante do Corinthians a sexta escalação do São Paulo em seis jogos em 2015. Por um misto de opção tática, preservação de jogadores e oportunidade aos jovens, o treinador são-paulino não repetiu o time na temporada. Nesta quarta, uma equipe surpreendente, com algumas mudanças inéditas para o clássico, não deu certo: o time foi dominado e derrotado sem contestação em Itaquera.

Na estreia, defesa com Toloi e Edson Silva, Thiago Mendes no meio e Kardec e Luis Fabiano no ataque. Depois, Lucão ganhou lugar na defesa, Pato no ataque; Ganso voltou ao meio. No clássico com o Santos, chance para o garoto Ewandro. Contra o Bragantino, última partida, esquema com três zagueiros, estreia de Doria e Centurión, com o garoto Boschilia entre os titulares.

Diante do Corinthians, foram três mudanças inéditas: pela primeira vez no ano, Michel Bastos atuou na lateral esquerda; Doria, que só havia atuado com três zagueiros diante do Bragantino, jogou em uma formação com dois defensores. O meio com Denilson, Souza, Maicon e Ganso também apareceu pela primeira vez em 2015.

As surpresas vieram depois de uma semana repleta de mistérios: enquanto Tite revelou a escalação corintiana na terça, Muricy fechou os treinamentos, e deixou claro desde a semana passada que não revelaria a escalação. A estratégia não deu certo.

Um dos principais destaques do time na temporada, Michel Bastos não repetiu as boas atuações na lateral. Após o jogo, repetiu um discurso adotado já no começo do ano, de que rende mais no meio de campo. "Eu sei jogar, lógico, mas acho que hoje eu posso dar um pouco a mais em outra posição. Hoje o Muricy optou por isso para dar possibilidade a outro jogador, tentei dar meu máximo. A gente sempre quer jogar na nossa função", disse.

Dória também não foi bem, e vacilou em alguns lances. Na saída de campo, se irritou com perguntas sobre seu preparo físico. "Com certeza, estou preparado sim", disse, antes de deixar a zona mista.

O meio até trocou mais passes do que o Corinthians, mas, com dois centroavantes de pouca velocidade, Maicon e Ganso não encontraram espaço para enfiar as bolas. Cássio praticamente não trabalhou no Itaquerão.

Depois da partida, o próprio Muricy Ramalho reconheceu que as mudanças não surtiram efeito. "Quis liberar os dois laterais, os dois atacantes e o Ganso, mas não surtiu efeito. Não teve penetração, não teve jogada de fundo do campo. Para classificarmos na Libertadores, é muito pouco. Só com isso não tem condições".

O São Paulo volta a campo no sábado, diante do Audax, no Morumbi. Possivelmente, terá a sétima escalação da temporada. A missão, agora, é encontrar o time ideal antes de voltar a atuar pela Libertadores, diante do Danubio, na quarta-feira.
 

Como foi o jogo

  • Primeiro tempoAcostumado a montar equipes aguerridas, o treinador Alexandre Gallo manteve essa máxima com a Ponte Preta em Itaquera. Os visitantes se mostraram muito fortes na marcação e deram poucos espaços a um Corinthians pouco inspirado. Foram oito reservas escalados por Tite e, desta vez, não funcionou. Mesmo assim, no primeiro tempo, Luciano perdeu um pênalti, bem defendido por João Carlos, e Romero abriu o marcador em lance de oportunismo dentro da área. Perigosa nos contragolpes, a Ponte empatou com gol de Felipe Azevedo em falha de Cássio.
  • Segundo tempoO Corinthians, que vinha mal no primeiro tempo, piorou após o intervalo. Foram, a rigor, 45 minutos com só três oportunidades criadas. Predominou a marcação forte das duas equipes e lances ríspidos entre os jogadores, mas valeu a melhor capacidade da equipe de Tite. Ele foi atrás do resultado com as entradas de André, Maycon e Giovanni Augusto, o mais efetivo do trio. Mas, quem garantiu a vitória, foi Balbuena: em escanteio ele subiu com estilo e testou para o fundo das redes. Já com espaço no fim, o Corinthians perdeu outro pênalti: Romero bateu e João Carlos pegou.

Destaques

  • Das Eliminatórias para ItaqueraBalbuena, reserva em Paraguai 2 x 2 Brasil, foi a surpresa do Corinthians para o jogo desta quarta-feira e decidiu. O zagueiro chegou de Assunção para o banco de reservas e fez o gol da vitória. Curiosamente, ele havia falhado no gol da Ponte.
  • Pior público da ArenaOs 22029 pagantes que foram a Corinthians x Ponte registraram o pior público do estádio corintiano em jogos oficiais desde a inauguração em 2014.
  • Punição encerradaA Gaviões da Fiel voltou a poder exibir bandeiras com seu nome em jogos do Corinthians. A punição válida por dois meses se encerrou no último dia 27. Mesmo assim, a torcida também manteve faixas contra FPF, CBF e o deputado Fernando Capez.

Melhores

  • Romero, CorinthiansApesar de pênalti perdido, o paraguaio fez o primeiro gol e criou lances de perigo no time reserva corintiano.
  • João Carlos, Ponte PretaDefendeu dois pênaltis e ainda fez belas defesas

Piores

  • Alan Mineiro, CorinthiansJogou muito mal dessa oportunidade e foi substituído no intervalo

Melhores notas

  • Corinthians
  • Ponte Preta
Avaliação
dos usuários
do Placar UOL
1
6,0
Romero
4
5,3
Reinaldo
 
5
5,0
Alan Mineiro
5
3,0
Clayson

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