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Zé Ricardo não foi o 1º técnico a ir de um rival para outro. Relembre casos

Derrota para o Vitória na Ilha do Urubu significou o fim da linha para Zé Ricardo - Lucas Tavares/Fotoarena/Estadão Conteúdo
Derrota para o Vitória na Ilha do Urubu significou o fim da linha para Zé Ricardo Imagem: Lucas Tavares/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Do UOL, em Santos (SP)

24/08/2017 04h00

Demitido do comando do Flamengo no dia 6 de agosto, Zé Ricardo precisou de pouco mais de duas semanas para acertar com outro clube, e justamente um adversário conhecido: o Vasco da Gama, que fez o anúncio oficial da contratação do técnico nesta quarta-feira (23). Este, porém, não foi nem de longe o primeiro caso de um treinador que saiu de um time para comandar um rival, sem passar antes por outro clube. Joel Santana, Dorival Júnior, Cuca e vários outros fizeram o mesmo. Relembre alguns deles:

  • Juan Mabromata/AFP

    Muricy Ramalho

    Tricampeão brasileiro pelo São Paulo (2006, 2007 e 2008), Muricy Ramalho foi demitido do Tricolor Paulista em junho de 2009 após eliminação na Libertadores. Cerca de um mês depois, foi oficializado pelo Palmeiras, clube pelo qual não conquistou títulos.

  • Alexandre Durão/UOL

    Emerson Leão

    Emerson Leão salvou o Internacional do rebaixamento no Campeonato Brasileiro em 1999. Ainda no mesmo ano, fechou com o Grêmio para a temporada seguinte, mas ficou pouco tempo no comando no rival.

  • Lucas Uebel/Getty Images

    Dorival Júnior

    Mais um técnico que saiu de um rival e foi para outro logo em seguida em mais de uma ocasião. Recentemente demitido do Santos, acertou com o São Paulo, seu atual clube, um mês depois. E antes da volta ao Santos, treinou o Palmeiras. Já no Rio de Janeiro, também engatou uma sequência de três rivais, entre 2012 e 2013: Flamengo, Vasco da Gama e Fluminense.

  • Bruno Cantini/site oficial do Atlético-MG

    Cuca

    Cuca deixou o Cruzeiro em junho de 2011 e, menos de dois meses depois, acertou com o Atlético-MG, onde ficou até o fim de 2013 e teve bem mais sucesso que no rival celeste, conquistando dois Estaduais (2012 e 2013) e a inédita Copa Libertadores (2013).

  • Gilvan de Souza/ Flamengo

    Cristóvão Borges

    Demitido do Fluminense em 2015, Cristóvão Borges "aproveitou" a saída de Vanderlei Luxemburgo do Flamengo e acertou com o rival um contrato até o fim do ano. Mas não durou até lá: pediu demissão após a eliminação na Copa do Brasil e deixou o clube com só 18 jogos.

  • Marcelo de Jesus/UOL

    Joel Santana

    É o grande nome da lista. Campeão carioca pelos quatro grandes, cansou de trocar de rival no Rio de Janeiro. A primeira vez foi na década de 90, quando comandou Fluminense (1995), Flamengo (1996) e Botafogo (1997) em sequência. Em 2000, saiu do Bota para comandar o Vasco pela terceira vez. Já em 2007, trocou o Fluminense pelo Flamengo.

  • Diivulgação/Atlético-PR

    Antônio Lopes

    Ainda no começo da carreira de técnico, Antônio Lopes comandou três rivais cariocas em sequência: Vasco da Gama (1986), Fluminense (1987) e Flamengo (1987). Já em 2005, foi vice paranaense pelo Coritiba, acabou demitido e, semanas depois, substituiu Edinho (hoje comentarista) no Atlético-PR para ser vice da Libertadores no mesmo ano.

  • Luciano Belford/AGIF

    Abel Braga

    Abel Braga saiu do Atlético-PR em 1998, campeão paranaense após um jejum de oito anos da equipe rubro-negra. Assumiu o Coritiba em seguida, em 1999, e repetiu o feito: foi campeão e acabou com uma fila de dez anos do time verde e branco.

  • Lucas Uebel/Grêmio FBPA

    Julinho Camargo

    Julinho Camargo era auxiliar técnico de Falcão no Internacional em 2011. Largou para assumir como treinador do Grêmio, que havia acabado de demitir Renato Gaúcho. Durou exatos 33 dias no comando do Tricolor.

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