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Para Justiça, CIDs de Itaquera foram legais e beneficiaram Zona Leste de SP

Arena Corinthians foi alvo de discussão da Justiça, que decidiu pela legalidade dos CIDs - Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians
Arena Corinthians foi alvo de discussão da Justiça, que decidiu pela legalidade dos CIDs
Imagem: Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians

Do UOL, em São Paulo

27/04/2018 04h00

O Tribunal de Justiça de São Paulo considerou que Corinthians e Prefeitura seguiram todos os dispositivos previstos em lei na emissão dos CIDs (certificados de isenção de impostos) da Arena Corinthians, e que a construção do estádio foi benéfica para a região. A De Primeira teve acesso à decisão que julgou, em segunda instância, ação do Ministério Público que visava anular o procedimento. Nela, os desembargadores afirmam que estudos nos autos indicam “resultados favoráveis ao desenvolvimento da Região Leste da Cidade de São Paulo”.

O documento ainda diz que a Prefeitura tinha total competência para oferecer o benefício, que a lei que criou os CIDs foi positiva e que não houve qualquer vício em todo o processo. Além disso, a decisão aponta que o Corinthians, por financiar a construção do estádio e ser entidade privada, não cometeu nenhum tipo de fraude a licitações. Dos R$ 420 milhões criados, já foram negociados cerca de R$ 150 milhões em CIDs. (Por Pedro Lopes)

Corinthians: Roberto some até da aprovação de contas

Dois meses e meio depois de deixar a presidência do Corinthians, Roberto de Andrade cumpre um roteiro similar ao que escolheu o antecessor Mário Gobbi. O agora ex-cartola se distanciou da vida política e sequer esteve, na última segunda-feira (23), na reunião que aprovou as contas de sua gestão em 2017. O ex-diretor financeiro Emerson Piovesan e o ex-diretor de futebol Flávio Adauto participaram.

Gobbi, por outro lado, surpreendeu aliados ao se retirar de certo “exílio” que viveu entre 2015 e 2017. Mesmo com garantias a amigos de que não pretende mais concorrer à presidência, Mário tem ido às reuniões do Conselho com regularidade e apoia os primos Armando e Mílton, que concorreram a uma cadeira no órgão no pleito que recentemente elegeu Andrés Sanchez. (Por Dassler Marques)

Palmeiras: M. Bastos recusa Coxa para não jogar Série B

Michel Bastos dificilmente ficará no Palmeiras para cumprir o seu contrato até o fim do ano. Encostado, o jogador já conversa com o Sport para atuar em Recife por empréstimo. O Coritiba também sonhou com o jogador, mas a negociação não se concretizará porque ele não quer atuar na Série B. Assim que fechar o negócio, o Palmeiras deve economizar ao menos R$ 300 mil por mês entre salários e premiações por meta. (Por Danilo Lavieri e Marcello de Vico)

SP troca direitos econômicos por repasse a "terceiros" em vendas

O São Paulo divulgou seu balanço patrimonial e apresentou no documento uma diferença na distribuição do dinheiro referente às vendas do clube. De 2015 para cá, o São Paulo adotou a política de não contar com jogadores que tenham os direitos econômicos muito fatiados entre clubes ou empresas. Assim, o repasse de direitos econômicos foi de R$ 21.004,00, em 2016, para R$ 12.098,00 na temporada passada. Por outro lado, houve aumento no repasse a terceiros - leia-se intermediários, que recebem comissões. Em 2016, foram repassados R$ 4.444,00, contra R$ 11.964,00 em 2017. (Por Bruno Grossi)

Cruzeiro: Perrella protagonizou discussão e irritou até aliado

Zezé Perrella, presidente do Conselho Deliberativo, criou uma confusão na noite da última quarta-feira (25). Ao se recusar a mostrar as contas do exercício anterior, o senador bateu boca com Gilvan de Pinho Tavares, ex-mandatário do clube, por conta dos supostos desencontros nas informações. O problema é que o comportamento do político poderia atrapalhar Wagner Pires de Sá, um de seus supostos aliados na atual diretoria. Caso não houvesse a publicação das contas, o atual mandatário poderia ser punido pela Lei Pelé por não apresentar o balanço antes de 30 de abril, último dia útil do mês. Assustado com a possibilidade de punição à cúpula, Sérgio Nonato, assessor especial da presidência, foi um dos mais exaltados na reunião ocorrida na noite dessa quarta-feira. (Por Thiago Fernandes)

Vasco: Por crise, L. Fabiano adia cobrança de R$ 1 milhão

Sem previsão de retorno aos gramados, Luis Fabiano acertou a rescisão de contrato com o Vasco no início de fevereiro. No acordo, o clube acertou o pagamento da dívida de R$ 1 milhão ao jogador em 30 parcelas fixas de pouco mais de R$ 33 mil. Até agora, no entanto, o atacante não recebeu nenhum centavo. E por opção própria. Na conversa com a diretoria de Alexandre Campello, o atacante disse para que o Cruzmaltino acertasse seu combalido caixa antes de começar a quitar o débito – o que só será realizado a partir de setembro próximo. Antes, nas conversas para romper com o clube, Luis Fabiano já tinha topado abrir mão de mais de R$ 500 mil que o clube não lhe pagou anteriormente. (Por Pedro Ivo Almeida)