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Contra o Brasil, filho repete o pai 28 anos depois

Celso Borges, filho de Alexandre Guimarães, em ação pela Costa Rica - Aitor Alcalde/Getty Images
Celso Borges, filho de Alexandre Guimarães, em ação pela Costa Rica Imagem: Aitor Alcalde/Getty Images

Julio Gomes

Do UOL, em São Petersburgo (Rússia)

20/06/2018 04h00

Para a família de Celso Borges, já virou hábito. O pai dele, Alexandre Guimarães, nascido em Maceió, jogou contra o Brasil na Copa de 90. Depois, já como técnico da Costa Rica, voltou a enfrentar a seleção brasileira, em 2002. Agora, é a vez de Borges.

No Brasil, em 2014, o volante viveu o conto de fadas costa-riquenho, indo às quartas de final. Em São Petersburgo, sexta-feira (22), chegou a hora de repetir o que o pai fez 28 anos atrás.

“É claro que é especial, é sempre diferente”, falou Borges ao UOL Esporte. “Nós temos família vivendo lá (no Brasil), no Rio de Janeiro e em Recife, estamos sempre nos comunicando. Em 2014, eles estavam todos conosco. Tomara que agora também!”.

Alexandre Borges Guimarães, 58, “Guima” para os costa-riquenhos, hoje trabalha na Índia. Celso Borges Mora, 30, já nascido em San José e que não fala bem o português, defende o La Coruña. A história deles virou até um documentário no país, chamado “Corre en la Sangre” (Corre no Sangue).

Afinal, a família esteve presente nas cinco participações da Costa Rica em Mundiais. Guimarães como jogador em 90 e como técnico em 2002 e 2006. Borges jogou quatro anos atrás e, agora, de novo.

“É o Brasil. É um dos times que podem ser campeões e nós precisamos do resultado”, falou Borges apos a derrota para a Sérvia, na estreia.

“Precisamos encarar o jogo com valentia e coragem. Não adianta se preocupar com o Brasil e não fazer o nosso. Nós ganhamos o respeito de todos após 2014, e ganhamos porque fizemos por merecer. Podemos, sim, competir com o Brasil.”

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