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Blog do Rodrigo Mattos

CBF orienta federações resistentes a parar Estaduais por coronavírus

Rodrigo Mattos

Nascido no Rio de Janeiro, em 1977, Rodrigo Mattos estudou jornalismo na UFRJ e Iniciou a carreira na sucursal carioca de ?O Estado de S. Paulo? em 1999, já como repórter de Esporte. De lá, foi em 2001 para o diário Lance!, onde atuou como repórter e editor da coluna De Prima. Mudou-se para São Paulo para trabalhar na Folha de S. Paulo, de 2005 a 2012, ano em que se transferiu para o UOL. Juntamente com equipe da Folha, ganhou o Grande Prêmio Esso de Jornalismo 2012 e o Prêmio Embratel de Reportagem Esportiva 2012. Cobriu quatro Copas do Mundo e duas Olimpíadas.

17/03/2020 18h00

O presidente da CBF, Rogério Caboclo, sugeriu às federações estaduais que paralisassem seus campeonatos por conta do coronavírus. Não é uma ordem e a confederação mantém a posição de respeitar as posições das filiadas. Mas a tendência é que as federações que boa parte delas sigam as instruções.

A reunião entre a CBF e as federações nesta terça-feira foi para aprovação de contas da entidade, que passou por unanimidade. Houve uma presença da maioria dos dirigentes de federações.

Durante o encontro, a CBF mostrou o quadro de epidemiológico do coronavírus que está se disseminando de forma rápida. A entidade já tinha determinado a suspensão das suas competições por conta da evolução da doença, e depois de ouvir clubes e sindicatos de jogadores.

Por isso, Caboclo sugeriu a paralisação dos campeonatos. Uma das competições que foi suspensa logo após a reunião foi o Campeonato Goiano, que já tinha gerado protesto do Goiás pela continuidade. Mas não há certeza se todas vão atender a orientação. Nas principais praças do país, São Paulo, Rio de Janeiro, Minhas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia e Pernambuco já tinham havido paralisações.

Ao sugerir a paralisação, Caboclo disse que as federações eram autônomas para tomar suas decisões. Ao mesmo tempo, disse que tinha interesse em criar condições no calendário para as conclusões dos Estaduais. A questão tanto para a CBF quanto para outras entidades pelo mundo é a incerteza sobre quanto tempo de paralisação vai ser gerado pelo coronavírus.

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