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REPORTAGEM

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Paulistão terá exigência de comprovante de vacinação e teste antes de jogos

Dr. Moises Cohen, presidente do comitê médico da FPF, em entrevista ao "Globo Esporte" - Reprodução / TV Globo
Dr. Moises Cohen, presidente do comitê médico da FPF, em entrevista ao 'Globo Esporte' Imagem: Reprodução / TV Globo
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Ricardo Perrone é formado em jornalismo pela PUC-SP, em 1991, cobriu como enviado quatro Copas do Mundo, entre 2006 e 2018. Iniciou a carreira nas redações dos jornais Gazeta de Pinheiros e A Gazeta Esportiva, além de atuar como repórter esportivo da Rádio ABC, de Santo André. De 1993 a 1997, foi repórter da Folha Ribeirão, de onde saiu para trabalhar na editoria de esporte do jornal Notícias Populares. Em 2000, transferiu-se para a Folha de S.Paulo. Foi repórter da editoria de esporte e editor da coluna Painel FC. Entre maio de 2009 e agosto de 2010 foi um dos editores da Revista Placar.

19/01/2022 16h57

A Comissão Médica e de Controle de Dopagem da Federação Paulista de Futebol definiu o protocolo sanitário para o próximo Paulistão. Jogadores, membros de comissões técnicas e das equipes de arbitragem terão que apresentar comprovante de vacinação contra covid-19.

Casos de pessoas que apresentarem justificativas para não terem sido vacinadas serão analisados pela comissão.

Também serão exigidos resultados de testes de covid-19 feitos 24 horas antes de cada partida. De acordo com Moisés Cohen, presidente da comissão médica, quem testar positivo poderá voltar a jogar a partir do 11° após o resultado e do isolamento, sem necessidade de nova testagem.

"Mas, se o jogador estiver assintomático no sétimo dia, o médico do clube achar por bem fazer o teste e der negativo, ele pode jogar a partir do oitavo dia", declarou Cohen.

A ideia inicial da comissão, antes de ela se reunir com os médicos dos clubes, era não exigir o comprovante de vacinação. "A gente achou por bem valorizar a vacinação. Até do ponto de vista coletivo para não dar a impressão de que a gente não acha importante. A gente acha muito importante porque a ideia da vacinação é evitar doença grave e morte", disse Cohen.